EUA adicionam 11 empresas chinesas na lista negra por abuso à minoria Uighur
O governo americano acrescentou 11 empresas chinesas à sua lista negra econômica devido a supostas violações dos direitos humanos contra os grupos minoritários muçulmanos da China, incluindo os Uighurs.
O Departamento de Comércio dos EUA anunciou, nesta segunda-feira (20), uma lista de 11 empresas e organizações chinesas, incluindo o fabricante de autopeças KTK Group e uma instituição de pesquisa biométrica.
O departamento disse que essas empresas estavam “implicadas em violações e abusos dos direitos humanos na implementação da campanha de repressão da China, detenção arbitrária em massa, trabalho forçado, coleta involuntária de dados biométricos e análises genéticas dirigidas a grupos minoritários muçulmanos”, incluindo Uighurs.
As empresas serão proibidas de fazer negócios com empresas americanas.
O Secretário de Comércio, Wilbur Ross, disse em uma declaração que a ação garantirá que os bens e tecnologias dos EUA não serão utilizados na desprezível ofensiva do Partido Comunista Chinês contra as populações indefesas da minoria muçulmana.
A ação é a mais recente de uma série de sanções contra a China. O departamento colocou 37 empresas e organizações chinesas na lista negra desde outubro passado, incluindo um fabricante de câmeras de segurança.
A administração do presidente Donald Trump tornou mais rígidas as medidas contra as empresas chinesas, pois os dois países estão amplamente divididos sobre questões relacionadas à pandemia do coronavírus chinês, Hong Kong, e o gigante tecnológico Huawei.
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