“Involution”: O puro heavy metal tradicional da banda Primator.

Há sete anos na estrada, o Primator é considerada uma das grandes descobertas do metal nacional. A banda tornou-se bastante conhecia nas noites de São Paulo pelos vários shows que realizou em bares de rock da cidade como Manifesto, Blackmore, Gillan’s Inn, etc. Depois de uma grande temporada de shows e pré-produção, a banda atingiu o nível técnico e criativo que julgavam ideal para começar a gravar o seu álbum de estréia, “Involution”.

Com produção de Daniel de Sá, “Involution” foi gravado no Estúdio GR, localizado na Zona Norte de São Paulo, e reúne 10 faixas do mais puro heavy metal tradicional. Diferentemente das bandas que resgatam, musicalmente e esteticamente, o que foi feito nos anos 80, o Primator prioriza a identidade e contemporaneidade de sua arte.
“Fazemos uma releitura do que melhor foi feito antes de nós em termos de música pesada,
mas com autenticidade”, declara o vocalista Rodrigo Sinopoli.

“Nosso foco é criar um conceito musical diferente, em sintonia com a individualidade de cada componente. Com o passar do tempo, nos tornamos versáteis para implementar alguns elementos contemporâneos e deixamos de lado tudo o que, a nosso ver, estava sobrando”. Foi com esse espírito que as composições de “Involution” começaram a surgir. Na verdade, faixas como “Deadland” e “Praying For Nothing” são composições de cinco anos atrás, enquanto “Caroline” e “Face The Death” foram finalizadas dentro do estúdio.

“Algumas das músicas de “Involution” também apareceram em versões diferentes na Demo/EP que lançamos em 2012”, explica Rodrigo. “Outras eram ideias antigas que foram readaptadas, como é o caso de “Black Tormentor”. Já a faixa-título foi uma das mais recentes e, de longe, a mais demorada, já que ela traz toda a essência do álbum”. Apesar da diferença de tempo entre uma faixa e outra, Rodrigo explica que o processo de composição de “Involution” seguiu um padrão democrático do início ao fim.

“O processo sempre começou com a letra e melodia, então decidimos qual a entonação devemos dar à música e partimos para as estruturas. Todas as letras do “Involution” foram escritas por mim e as músicas foram feitas pela banda toda, onde cada um foi responsável por suas linhas instrumentais. Claro que algumas faixas têm maior participação criativa de um ou outro, mas no geral não fazemos nada sem a aprovação de todos”. Da pré-produção à mixagem e masterização, “Involution” levou um ano pra ficar pronto.

“Com exceção das músicas que estavam prontas, todas as demais foram gravadas uma a uma. Conforme ficavam prontas, entravamos em estúdio e gravávamos. Demos os toques finais em algumas dentro do estúdio mesmo, com ajuda do Daniel de Sá que, apesar de ter atuado mais como engenheiro, não deixou de opinar sobre estruturas e arranjos”. “Involution” traz um conceito bastante inspirado em “A Origem das Espécies” de Charles Darwin e em outros pensadores da filosofia e da psicanálise. Segundo Rodrigo, o álbum pode ser considerado uma “observação da atual condição humana”.

“Sempre protegido por sua certeza, o ser humano precisa destruir para construir e subjugar os mais fracos para obter sucesso. Nós, então, traçamos um paralelo entre o que realmente é a evolução, a posição da raça humana na escala evolutiva e a percepção de que a busca pelas coisas mais simples pode ser o segredo para a felicidade. Nossa ideia é que precisamos dar um passo atrás e repensar novamente nosso caminho”.

Desenhada por Rodrigo, a capa de “Involution” reflete diretamente o tema central do álbum. “Tentamos reproduzir a escala evolutiva, vista de trás para frente, colocando o observador como parte da ilustração. Trata-se da nossa escala ‘involutiva’. Na arte, o homem e seus ideais destrutivos foram esmagados pelo ‘Primator’ – uma entidade bestial – enquanto os outros retrocedem em direção oposta, em busca de redenção e uma nova oportunidade de consertar tudo o que deu errado. A responsabilidade em assumir esta mudança é justamente minha, sua e de quem se encontrar de frente com a ilustração”.

Essa entidade bestial da capa é tão representativa que, além de levar o nome Primator, também pode ser considerado um mascote da banda. É o que garante Rodrigo. ”Esse monstro Primator foi nascido das chamas e é caçador de tudo e todos. Frio e sem piedade, é um símbolo de justiça desenfreada que o mundo precisa, numa forma bem radical de se pensar. Eu poderia dizer que ele representa tão bem a banda que deverá estampar as capas dos nossos próximos álbuns. Estamos até pensando em colocá-lo conosco no palco”.

De acordo com Darwin, “as espécies descendem de algum ser no qual a vida surgiu antes”. O Primator orgulha-se de seus predecessores no metal, mas sua mensagem com “Involution” é bem direta: não caminharemos nem à frente ou atrás de nossos mestres, mas lado a lado. “Involution” foi eleito um do “Melhores Álbuns Nacionais” de 2015 em votações realizadas por veículos especializados como Heavynroll, Mundo Metal e Roadie Metal.

“Involution” também coleciona declarações positivas na imprensa como: “Poderosa, criativa, técnica e cheia de conteúdo” (Dossiê do Rock); “Transpira autenticidade” (Blog Na Mira); “Mais um álbum para a lista de grandes lançamentos nacionais” (A Música Continua a Mesma); “Extremamente bem feito!” (Música e Cinema); “Muito bom!” (Arte Metal); “Uma das melhores bandas de Heavy metal que nós escutamos na atualidade” (Resenha do Rock).

“To Mars” que faz parte do álbum foi originalmente composta pelo falecido vocalista do Dark Avenger, Mario Linhares que presenteou o grupo com a música. Antes de falecer, Linhares era o coach vocal e estava produzindo o novo disco do Primator. Linhares que também era o vocalista do Harllequin e do Heaven’s Guardian, faleceu em 22 de dezembro aos 45 anos em decorrência de problemas cardíacos.

Primator continua em processo de pré-produção de seu segundo disco de estúdio, ainda sem título definido. O álbum será o sucessor do elogiado “Involution”. O novo trabalho do Primator está sendo patrocinado pelo Wacken Foundation, organização alemã sem fins lucrativos criada para apoiar projetos de hard rock e heavy metal de todas as partes do mundo. A organização foi idealizada em 2008 pelos produtores do Wacken Open Air (W:O:A), o maior festival de hard rock e heavy metal do planeta, e tem a missão de manter ativa a produção criativa nesse segmento e estimular novas bandas e projetos.

A vocalista alemã Doro Pesch figura entre a equipe de curadores do Wacken Foundation. Entre os doadores estão nomes como o de Alice Cooper que fez recentemente uma doação de US$ 10 mil à fundação. O projeto do Primator foi um dos selecionados – no Brasil, apenas outras duas bandas receberam o patrocínio, Uganga e itSELF – e foi contemplado com uma soma em Euros que vai ajudar a financiar a produção prevista para ser lançada até o final de 2018.

Enquanto o novo álbum não sai, a novidade para os fãs da banda é que a música “To Mars” que já foi lançada, pode ser jogada no game Guitar Flash. Nos mesmos moldes do Guitar Hero, o Guitar Flash também é um game de simulação, onde o objetivo do jogo é acertar as notas que surgem no mesmo ritmo que a música, dando a sensação de estar tocando guitarra. Como condena o nome, a principal diferença do Guitar Flash é que ele é desenvolvido a partir da tecnologia flash, permitindo assim ser jogado através da Internet. O Guitar Flash está disponível nas versões mobile e PC.

Para jogar o Guitar Flash PC, acesse:
Nova versão: https://guitarflash3.com
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Para jogar o Guitar Flash Mobile, acesse: Link com a Google Play e App Store: http://guitarflash.com/mobile/
Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=company.gamesx.guitarflash App Store: https://itunes.apple.com/br/app/guitar-flash/id1039643229

Website: http://www.bandaprimator.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/bandaprimator/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCPOrt6D3gitcp3UGynMHA2Q
Soundcloud: https://soundcloud.com/bandaprimator
Twitter: https://twitter.com/primatormetal


Press Release:
Eliton Tomasi – SOM DO DARMA
eliton@somdodarma.com.br
www.somdodarma.com.br

Da Redação by Cleo Oshiro

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