Ana Egito: Em Boa Companhia. Ana Maria Egypto Rosa, assim foi registrada a Cantora, Compositora, Artista de Vanguarda e Escritora Ana Egito. Filha de Professores, nascida em 31 de agosto de 1964 no bairro de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde passou toda sua infância e juventude, Ana Egito recebeu influências artísticas e culturais através de um breve acervo de obras literárias e discografias que compunham a pequena biblioteca da casa de seus pais.
O primeiro contato com a música veio através dos Festivais da Canção, marcados pela consagração de artistas que passaram a figurar entre os grandes nomes da MPB, tais como Elis Regina, Edu Lobo, Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Gilberto Gil, entre tantos outros, assim como as influências de grandes sambas de enredo, pela proximidade de duas grandes Escolas de Samba, quando participava dos ensaios técnicos de
rua levada pelos pais, Ivê e Eliete, junto ao dois irmãos, Marcio e Marcelo, onde pode sentir toda espetacular cadência da bateria e seus instrumentos inovadores, fazendo os apreciadores cantarem e dançarem sambas imortais de compositores como Silas de Oliveira, Mano Décio, Candeia e tantos outros que tornaram o samba imortal para um artista que ali se descobria, numa explosão de uma das mais importantes fases da Música Popular Brasileira. Foi também nesta época, que a menina que vivia num sobrado, aproveitava a pequena varanda do quarto de frente para a rua principal, para fazer do cabo de uma enceradeira seu microfone, a varanda seu palco e o púbico eram todos que voltavam da praia nos coletivos que reduziam a velocidade pra ver a pequena cantar seus primeiros números.
Somente no final da década de 1980, Ana Egito iniciou sua carreira artística, tendo como Padrinho e mentor o saudoso Cantor e Ator Ivon Cury que a levou para uma “prova de fogo”,
apresentar-se como caloura no extinto programa de TV “Cassino do Chacrinha”, onde a caloura de cara, ganhou o prêmio da tarde, sendo convidada ainda para participar da “Caravana do Chacrinha” pelo Diretor do programa, Leleco, o que infelizmente não aconteceu pela morte do “Velho Guerreiro”, sendo retirado o programa da grade das tardes de sábado na emissora.
Em 1991, a convite do amigo e compositor Claudio Tuller, Ana Egito representou sua composição “Lanternas”, recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Festival de Música Popular – SESC Estadual no Sesc Tijuca, e nas categorias de Melhor Música e Melhor Intérprete no Festival de Música Popular – SESC Inter Municipal, em Sesc Madureira.
Em 1994 participou do LP da Banda Digno Réu com a faixa “Manchete de jornal”, de sua autoria.
Participou, como cantora do CD “Compilação anos 90” (EMI – Music); “Compilação Mega Hits” (Som Livre); “Sambas de Enredo Grupo A” (backing vocal) e de gravações de jingles, no Estúdio Floresta.
Entre os anos de 1996 e 2000 fez shows em carreira solo no Hipódromo Up; Rio Jazz Club; Ball Room e no palco do Hotel PortoGallo, em Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. Foi também neste mesmo ano, que Ana Egito passou a integrar a Banda Paratodos, com uma formação de banda de baile, na função de cantora, começa então a construir uma legião de fãs que passam a acompanhá-la numa agenda cada vez mais apertada da banda onde a cantora se destaca cada vez mais, foi sem dúvida uma experiência de valor substancial, onde o seu repertório pode ser de sua própria responsabilidade e escolha, momento em que a artista teve a oportunidade de testar seus sentidos, fruto de pesquisas intermináveis, constatando que a arte não envelhece, ao contrário, se renova toda vez que pode ser executada de várias maneiras diferentes de sua forma original, e deu certo!
Em 2001 sua composição “Boa brincadeira” foi incluída no CD bônus track da “Revista Black Beats”.
Do ano de 2002 ao ano de 2004 destacam-se suas apresentações nos shows no Hotel PortoGallo (Angra dos Reis), Hotel Meridien e na Gafieira Estudantina.
Entre os anos de 2004 e 2005 residiu por oito meses na Alemanha, onde fez turnê pelas cidades de Brandt e Berlin, representando a música brasileira no parque temático Tropical Island em Brandt, Berlin, Alemanha. Em meados de 2005 retornou ao Brasil, montando o projeto “Ana Egito Em Boa Companhia”, realizando diversos shows em várias casas noturnas do Rio de Janeiro.
Entre os anos de 2007 e 2013 apresentou-se em vários teatros e palcos pelo Estado do Rio de Janeiro, destacando-se Casa de Espanha, Circo Voador, Teatro do SESC Madureira, Hotel Sheraton Leblon, Sofitel Luxury Hotel Copacabana, Hotel Sheraton Barra, Hotel Everest, Gafieira Estudantina Musical, Hotel PortoBello, Angra dos Reis, Macaé, Petrópolis e Niterói.
No ano de 2014 com o show “Ana Egito Em Boa Companhia” participou do projeto “Circuito Carioca de Bossa Nova”, com curadoria de Roberto Menescal, em uma série de apresentações em várias casas de espetáculos do Rio de Janeiro, entre as quais Casa Julieta de Serpa, Otto Music Hall e Botte’s Bar (Beco das Garrafas). Ainda em 2014 montou o show “Pra lá de Baden”, exibido em algumas Casas de show, como Beco das Garrafas, Sublime Relicário da Lapa, Rio Scenairium e Bar Cariocando, no bairro do Catete.
Em meados de 2014, a cantora Ana Egito recebe a colaboração do ator e diretor Emiliano Queiroz, que aposta na artista como uma das maiores revelações da MPB, de voz inconfundível, aclamada pela crítica nacional e internacional por suas interpretações marcantes, onde traz aos palcos a essência da Arte em toda sua pluralidade, atraindo um público cada vez maior a cada show, dando início as gravações do seu 1º EP – Ana Egito Em Boa Companhia, com quatro faixas, delas, três de sua autoria: “Boa Brincadeira”, “Estrela da Sorte” e “Aonde o Tempo Levar” e ainda a faixa “Linha” de Dudu Dias Antonio e Alex Guedes.
Em 2015, o EP – Ana Egito Em Boa Companhia foi oficialmente lançado no dia 27 de agosto em Teatro Rival, no Rio de Janeiro, num belíssimo show que levou o mesmo título do EP. Podemos ressaltar que à partir daí, que a carreira de Ana Egito começa a despontar, calçada por uma Direção Artística irretocável do Ator e Diretor Emiliano Queiroz e a assistência do Produtor Artístico do também Ator e Diretor Antonio dos Santos, responsável pela primorosa iluminação de todo o espetáculo, assim como a competente Produção Executiva de Bia de Sousa, méritos merecidamente estendidos aos Arranjos e a Direção Musical do Flautista e Saxofonista Zé Mendes, colocando a artista de forma totalmente livre e confortável para um show em que o teatro foi muito bem representado dentro e fora do palco, objetivo que sempre foi latente e bem definido na intenção da artista, quando o público ganhou fôlego para apreciar da melhor maneira possível aquele grande show, agora Ana Egito é considerada sim, uma grande estrela da Música Popular Brasileira, fechando um ciclo importante em sua carreira, para que um outro, bem mais complexo comece então a ser preparado.
Vale à pena conhecer o trabalho desta artista que resgata a Música Popular Brasileira em toda sua excelência, notada pelos olhares atentos de jornalistas, cineastas, produtores e críticos que veem em Ana Egito uma esperança de um grande talento musical.
ANA EGITO está concorrendo ao Prêmio de Música 2016. O hit BOA BRINCADEIRA, de sua total autoria, vem atraindo cada vez mais seguidores em redes sociais e nas rádios de vários estados do Brasil e em alguns países da Europa.
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Olá, Cleo!
Grata surpresa ver a matéria publicada justamente no Dia do Músico, data que representa para todos nós que temos a Música como ofício, um ato de resistência, de paixão e amor, na esperança de que possa a Arte, de uma forma geral, ser a ferramenta mais importante de pacificação da sociedade.
Obrigada à Jornalista sensível e dedicada que você é, por levar o nosso mundo ao alcance de todos!
Ana Egito
Obrigada pelo carinho minha querida Ana e pode ter certeza que foi uma grande honra poder mostrar sua música aqui no Japão.