Milão, Lombardia, Itália, 15 de fevereiro de 2026, Associated Press – O Brasil viveu um momento histórico nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O esquiador Lucas Pinheiro Braathen, de 25 anos, conquistou a primeira medalha olímpica de inverno da história do país — e de toda a América do Sul — ao vencer a prova de slalom gigante. A vitória ocorreu em pleno período de Carnaval, ampliando o clima de celebração nacional.



Conhecido no Brasil como “o cara do ski”, Braathen brilhou nas duas descidas decisivas, superando o suíço Marco Odermatt, favorito ao ouro. A façanha emocionou torcedores em todo o país e lotou a Casa Brasil em Milão, onde centenas de fãs celebraram com samba, cantos e até pão de queijo distribuído por um chef brasileiro.

A vitória também despertou orgulho entre brasileiros que, mesmo sem tradição em esportes de neve, acompanharam a disputa desde cedo. A TV aberta exibiu a prova ao vivo às 6h (15), dividindo espaço com a cobertura do Carnaval.
Em diversas cidades brasileiras, a reação foi de surpresa e orgulho. Muitos espectadores, pouco familiarizados com o esqui alpino, celebraram o feito como um marco esportivo e cultural. Até turistas estrangeiros no Brasil se emocionaram ao ver o atleta cantar o hino nacional com lágrimas nos olhos.

Braathen, que competiu pela Noruega até 2023, passou a representar o Brasil em 2024, adotando o sobrenome da mãe e abraçando a identidade brasileira. Seu capacete traz a frase “Vamos Dançar”, e ele frequentemente menciona Ronaldinho como sua primeira inspiração esportiva.
A conquista se soma a uma série de reconhecimentos recentes do Brasil em grandes palcos internacionais, incluindo prêmios no cinema e resultados expressivos em outras modalidades esportivas. Para muitos, o ouro de Braathen simboliza o fim do antigo “complexo de vira-lata” e a ascensão de uma nova fase de confiança nacional.
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