Palm Beach, Flórida, Estados Unidos, 4 de janeiro de 2026 – Associated Press (AP) – Em declarações contundentes após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, o presidente norte-americano Donald Trump delineou um plano abrangente para o futuro do país, que inclui desde a administração direta pelos EUA até a intervenção em sua vital indústria petrolífera.
Sobre a possibilidade de uma escalada militar, Trump disse que os EUA estão preparados para realizar um segundo ataque ao país, mas acredita que isso “provavelmente não será necessário”. Em vez de um tom apenas de confronto, o presidente buscou passar uma mensagem de colaboração futura.
Ele se referiu ao que chamou de uma “parceria” entre os dois países, que teria o objetivo de tornar os venezuelanos “ricos, independentes e seguros”. Durante seu discurso, Trump repetidamente classificou Maduro como um “ditador ilegítimo”, justificando a ação militar.
As declarações traçam um roteiro ambicioso e sem precedentes de intervenção norte-americana, combinando administração política, controle de recursos naturais e processos judiciais contra a antiga liderança. A comunidade internacional agora aguarda os desdobramentos práticos deste plano.
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