Caracas, Venezuela, 4 de janeiro de 2026, Associated Press (AP) – O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram transferidos para um centro federal de detenção em Nova York, após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos no país sul-americano. A ação, descrita como uma das mais ousadas em décadas, resultou na captura do líder venezuelano e no seu traslado aéreo para solo norte-americano.
A operação militar, que teria envolvido mais de 150 aeronaves partindo de 20 bases, além de navios, culminou na detenção do casal no sábado. Eles foram levados de helicóptero para um navio de assalto anfíbio da Marinha dos EUA e depois transferidos para um avião com destino a Nova York. Relatos de um alto funcionário venezuelano citados pela imprensa local indicam que o ataque resultou em pelo menos 40 mortes, incluindo civis.
Trump afirmou que Maduro e sua esposa foram indiciados em Nova York por acusações de tráfico de drogas, entre outras, e sugeriu que serão julgados nos Estados Unidos. A expectativa é que o ditador venezuelano compareça perante um tribunal federal em Manhattan já na segunda-feira (5).
Em resposta à ação, a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, assumiu a liderança do governo após uma reunião de emergência com o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, e outras autoridades.
A comunidade internacional reage com preocupação. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou “séria preocupação com o desrespeito às regras do direito internacional”. O Conselho de Segurança da ONU decidiu convocar uma reunião de emergência para segunda-feira (5) em sua sede em Nova York, para debater a crise e suas implicações para a soberania e a estabilidade global.
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