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Lula critica ação dos EUA e defende Maduro

Em rede social, presidente brasileiro critica bombardeios e captura de Maduro, chamando-a de afronta grave.

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Brasília, Distrito Federal, Brasil, 4 de janeiro de 2026 – X– O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou suas redes sociais nesta sexta-feira (3) para emitir uma forte condenação à intervenção militar norte-americana na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. A declaração enfatiza a defesa da soberania nacional e alerta sobre perigosos precedentes internacionais.

Em publicação no X (antigo Twitter), Lula classificou os bombardeios em território venezuelano e a captura de seu mandatário como atos que “ultrapassam uma linha inaceitável”. O tom foi de severa reprovação à conduta dos Estados Unidos.

“Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, escreveu o presidente brasileiro.

A mensagem de Lula continuou alertando sobre as consequências de longo prazo de tal ação. “Atacar países, em flagrante desrespeito ao direito internacional, abre um caminho sombrio onde a força bruta substitui o diálogo e a diplomacia”, completou em sua thread.

A postura pública do presidente reforça o alinhamento tradicional de sua política externa com os princípios de não-intervenção e autodeterminação dos povos. A reação imediata e pelo canal das redes sociais demonstra a prioridade que o governo brasileiro atribui ao caso.

A crítica direta ocorre apesar das alegações dos EUA de que Maduro liderava um “regime ilegítimo”. Lula não fez qualquer referência a questionamentos eleitorais internos da Venezuela, focando inteiramente no argumento da violação soberania.

A declaração deve ressoar entre outros líderes da região que também se opõem à intervenção militar estrangeira, potencialmente isolando ainda mais os Estados Unidos no cenário diplomático latino-americano. O Itamaraty é esperado para emitir uma nota formal aprofundando a posição brasileira nas próximas horas.

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