Bruxelas, Bélgica, 5 de Abril de 2024 – (EFE) – O Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, está pedindo aos seus aliados da NATO mais defesas aéreas. Ele se juntou aos seus colegas da aliança em Bruxelas na quinta-feira.
A Ucrânia não é membro da NATO, mas Kuleba apelou ao bloco por mais ajuda. Ele afirmou: “Salvar vidas ucranianas, salvar a economia ucraniana, salvar cidades ucranianas depende da disponibilidade de Patriots e outros sistemas de defesa aérea.”
O Secretário Geral da NATO, Jens Stoltenberg, disse que as nações membros já estão fornecendo 99% do apoio militar à Ucrânia e que eles entendem a “urgência”. Ele acrescentou que vão explorar maneiras de fornecer esses sistemas.
No entanto, o Ministro das Relações Exteriores da Hungria, Peter Szijjarto, disse que seu país se oporá a qualquer proposta que leve a uma escalada da guerra.
Líderes russos afirmam que suas relações com a NATO já “escorregaram” para o nível de “confronto direto”. Eles acusaram a aliança de “expandir sua infraestrutura militar” em direção às suas fronteiras.
Stoltenberg alertou que países que ele se refere como “amigos da Rússia na Ásia” – China, Irã e Coreia do Norte – estão ajudando-a a continuar uma “guerra de agressão”. Ele convidou representantes do Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia para a sede da NATO para discutir como enfrentar as “consequências globais para a segurança”.
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