Londres, Reino Unido – 21 de fevereiro de 2024 – O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, que expôs segredos militares americanos, lançou um esforço final para evitar a extradição do Reino Unido. Seus advogados pediram a um tribunal em Londres que o impeça de ser entregue aos EUA, alegando que ele corre o risco de uma “negativa flagrante de justiça”.
Centenas de apoiadores se reuniram ao redor do tribunal na terça-feira (20). Eles temem que os promotores nos EUA não ofereçam a Assange um julgamento justo por acusações de espionagem. Sua equipe afirma que extraditá-lo violaria um tratado que proíbe extradição por “crimes políticos”.
A esposa de Assange, Stella, disse: “É um ataque à verdade e um ataque ao direito do público de saber. Julian é um prisioneiro político e sua vida está em risco”.
Em 2010, Assange e seus colegas no WikiLeaks publicaram centenas de milhares de documentos classificados revelando que soldados americanos haviam matado civis durante as guerras no Iraque e no Afeganistão. Assange passou anos lutando contra a extradição, os últimos cinco em uma prisão britânica. Ele está doente e não compareceu à audiência.
Assange é cidadão da Austrália, onde legisladores pediram sua libertação e aprovaram uma moção para que ele seja enviado para casa.
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