Buenos Aires, Argentina – 25 de janeiro de 2024 – Milhares de trabalhadores na Argentina aderiram a uma greve nacional convocada pelo maior sindicato do país nesta quarta-feira (24). Membros de outros sindicatos e partidos de oposição também se juntaram às manifestações.
Os protestos interromperam redes de transporte, bem como hospitais, bancos e outros negócios. Eles foram motivados pelas reformas do presidente Javier Milei, que ele denomina como “terapia de choque”. As medidas provocaram a queda da moeda, dobraram os preços do gás e levaram a inflação a ultrapassar 200 por cento.
Milei assumiu o cargo há seis semanas e alertou que faria cortes drásticos diante da pior crise econômica da Argentina em décadas. Ele desvalorizou o peso em mais de 50 por cento em relação ao dólar dos EUA, reduziu o número de ministérios do governo e cortou subsídios para energia e transporte.
O porta-voz do presidente, Manuel Adorni, chamou a greve de “sem sentido” e uma complicação que está “causando prejuízos para muitos argentinos”.
No início deste mês, sindicatos desafiaram algumas das mudanças na legislação trabalhista de Milei na justiça, e juízes suspenderam as reformas. Eles decidiram que ele não pode implementar tais medidas sem a aprovação dos legisladores.
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