Os líderes dos estados-membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático – ASEAN, reagiram com serenidade à explicação do primeiro-ministro japonês sobre a segurança da água tratada e diluída que está sendo liberada da usina nuclear de Fukushima Daiichi no mar.
O primeiro-ministro, Kishida Fumio, fez a explicação aos líderes e aos representantes da China e da Coreia do Sul na Cúpula ASEAN Plus Three, em Jacarta, na quarta-feira (6).
A agência estatal de notícias da China, Xinhua, informou que o primeiro-ministro Li Qiang, em resposta, pediu ao Japão que lidasse com o assunto de forma responsável.
O Ministro do Comércio da Indonésia, Zulkifli Hasan, disse aos repórteres que o Japão garante a segurança da água, portanto, ele não vê problema.
Um funcionário do Ministério das Relações Exteriores da Tailândia disse à NHK que o Japão forneceu uma explicação clara com base em padrões científicos reconhecidos internacionalmente.
Kishida também explicou a segurança da água em sua reunião separada com o primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, na quarta-feira (6).
Autoridades do governo japonês disseram que Anwar expressou compreensão da posição do Japão.
A usina nuclear de Fukushima Daiichi sofreu um derretimento triplo no terremoto e tsunami de 2011. A água usada para resfriar o combustível derretido na usina tem se misturado à chuva e à água subterrânea.
A água acumulada é tratada para remover a maioria das substâncias radioativas, mas ainda contém trítio. Antes de liberar a água tratada no mar, o operador da usina a dilui para reduzir os níveis de trítio para cerca de um sétimo das diretrizes da Organização Mundial da Saúde para água potável.
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