Os ministros das Relações Exteriores do G7 emitiram uma declaração conjunta denunciando a invasão da Ucrânia pela Rússia e pedindo a retirada imediata e incondicional das forças militares do país.
Os diplomatas se reuniram por cerca de duas horas na segunda-feira (18), paralelamente à Assembleia Geral da ONU em Nova York.
A ministra das Relações Exteriores do Japão, Kamikawa Yoko, em sua estreia no G7, presidiu a reunião.
Os ministros confirmaram que lidarão firmemente com a Rússia e trabalharão juntos para apoiar a Ucrânia.
Eles também compartilharam sua profunda preocupação de que a cúpula da semana passada entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o ditador norte-coreano, Kim Jong Un, poderia levar a uma cooperação bilateral que violaria as resoluções relevantes do Conselho de Segurança da ONU.
O G7 saudou os esforços do Japão para garantir a segurança com relação à liberação de água tratada e diluída da usina nuclear danificada de Fukushima Daiichi no mar.
Os ministros decidiram realizar a próxima rodada de negociações em Tóquio nos dias 7 e 8 de novembro.
Kamikawa disse aos repórteres, após a reunião, que eles tiveram intercâmbios intensos e francos sobre questões como a Ucrânia.
Ela se comprometeu a tomar a iniciativa nas discussões antes da próxima reunião dos ministros das Relações Exteriores em Tóquio, em novembro.
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