Os líderes do G20 encerraram sua cúpula em Nova Délhi no domingo (10), após adotarem uma declaração no dia anterior sobre as questões enfrentadas pelo bloco.
O documento reflete a consideração tanto das nações ocidentais quanto da Rússia em meio a uma divisão cada vez maior sobre a invasão da Ucrânia.
Dada a divisão entre as principais potências, esperava-se que fosse difícil emitir a declaração.
Os repórteres ficaram surpresos com o fato de ela ter sido emitida no primeiro dia.
As reuniões ministeriais que antecederam a cúpula não conseguiram emitir uma declaração conjunta devido ao confronto entre os EUA e a Rússia sobre a redação da invasão da Ucrânia.
Sem dúvida, é uma conquista para a Índia o fato de ter conseguido evitar o fracasso da conferência ao tomar a iniciativa de incentivar compromissos.
A declaração também inclui o apoio às economias emergentes e em desenvolvimento, conhecidas como o Sul Global, nas questões da crise alimentar e das mudanças climáticas. Esse é outro resultado dos esforços da Índia.
A declaração expressa claramente a oposição ao uso da força para adquirir o território de qualquer país. Ela também diz que o uso ou a ameaça de uso de armas nucleares é inaceitável. Mas não se refere à “Rússia” ou “condena” suas ações. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia criticou a declaração, dizendo que o G20 não tem nada de que se orgulhar.
Pode-se dizer que o G20 não conseguiu apresentar medidas eficazes para acabar com os combates e as mortes de civis na Ucrânia e com a crise alimentar que está afetando os países em desenvolvimento. O G20 ainda enfrenta o desafio de resolver a situação na Ucrânia, que está ameaçando a ordem internacional.
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