A Índia parou de emitir vistos para cidadãos canadenses em meio a uma polêmica sobre o assassinato de um líder religioso canadense. Ottawa alegou que Nova Délhi estava envolvida.
A Índia anunciou a medida na quinta-feira (21). O país nega, categoricamente, qualquer ligação com o assassinato, dizendo que o Canadá não apresentou nenhuma evidência de envolvimento indiano.
O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, alegou na segunda-feira (18), que o governo indiano estava envolvido no tiroteio fatal de um líder sikh no Canadá em junho. A vítima era, supostamente, um apoiador do movimento de independência Sikh, no norte da Índia.
Trudeau disse a repórteres em Nova York na quinta-feira (21), que seu país “não está procurando provocar ou causar problemas” com a Índia, mas está defendendo o estado de direito.
Trudeau considerou a questão “algo de extrema e fundamental importância” para o Canadá. Ele pediu à Índia que trabalhe com o Canadá para investigar o assassinato.
O governo dos EUA parece cauteloso em relação à disputa, já que Washington está buscando fortalecer os laços com Nova Délhi.
O Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, disse em uma coletiva de imprensa na quinta-feira que a Casa Branca tem “profundas preocupações sobre as alegações”.
Perguntado se a questão poderia criar uma barreira entre os EUA e a Índia, Sullivan disse que Washington tem estado e continuará em contato com Nova Délhi sobre o assunto.
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