O governador da província de Okinawa, no sudoeste do Japão, disse que considerará uma resposta à decisão da Suprema Corte contra a objeção do governo da província a um projeto de recuperação de terras para facilitar a realocação de uma instalação militar dos EUA em Okinawa.
Na segunda-feira (4), a Suprema Corte rejeitou o recurso de Okinawa contra uma decisão do tribunal superior que manteve a diretriz do governo central exigindo que a prefeitura aprovasse uma mudança proposta no plano de recuperação.
Após a decisão do tribunal, o governador de Okinawa, Tamaki Denny, disse aos repórteres que é extremamente lamentável, pois ele esperava uma decisão justa e neutra com base no princípio da autonomia local.
Ele também disse que está profundamente preocupado com o fato de a decisão poder minar a autonomia e a autossuficiência dos municípios e também o princípio da autonomia local estipulado na Constituição. Ele observou que a prefeitura redigirá sua resposta após estudar a decisão.
O governo local agora será obrigado a aprovar a obra no distrito de Henoko, na cidade de Nago.
Se o governador o fizer, isso poderá abalar sua base de apoio e afetar sua administração do governo local, já que ele sempre se opôs à transferência do campo de pouso dos EUA da cidade de Ginowan, também na província, para Henoko.
Se Tamaki se recusar a emitir a aprovação, o governo central poderá iniciar um procedimento conhecido como execução por procuração e aprovar a revisão do projeto no lugar da prefeitura.
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