O Ministério da Defesa da Grã-Bretanha afirma que a Frota Russa do Mar Negro mantém a capacidade de ataque após um bombardeio contra seu quartel-general na Crimeia que, segundo a Ucrânia, matou o comandante da frota.
Os militares ucranianos disseram na segunda-feira (25), que suas forças atacaram a sede do comando na cidade portuária de Sevastopol na sexta-feira (22). Eles alegaram que 34 oficiais superiores da marinha russa, incluindo o comandante principal, morreram no ataque.
Moscou não fez comentários oficiais, mas os meios de comunicação russos citaram fontes do Ministério da Defesa do país dizendo que a alegação ucraniana é falsa.
O Ministério da Defesa britânico disse em sua atualização de inteligência na terça-feira (26), que a Frota do Mar Negro sofreu uma série de grandes ataques nas últimas semanas.
No entanto, o ministério disse que o dano físico à frota é “quase certamente grave, mas localizado”. Ele disse: “A frota continua capaz de cumprir suas principais missões de guerra de ataques com mísseis de cruzeiro e patrulhas de segurança local”.
O ministério acrescentou que a “batalha de ataque profundo” da Ucrânia no Mar Negro está “provavelmente forçando a Rússia a uma postura reativa”, sugerindo preocupação com uma provável retaliação de Moscou contra esses ataques.
O think tank americano Institute for the Study of War disse na segunda-feira que as mortes do almirante e de outros comandantes russos de alto escalão ainda não foram confirmadas.
Mas diz que, se confirmadas, suas mortes “criariam interrupções significativas no comando e controle” da frota.
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