No sábado (16), completou um ano que a morte de uma mulher sob custódia policial provocou meses de protestos no Irã.
As manifestações começaram logo após a morte de Mahsa Amini em 16 de setembro do ano passado. A mulher, de 22 anos, foi presa por, supostamente, usar seu lenço hijab de forma inadequada.
O governo iraniano disse que ela morreu de uma doença, mas os protestos se espalharam pelo país, pois muitos iranianos acreditavam que ela havia sido espancada pela polícia. Houve confrontos entre as forças de segurança e os manifestantes.
A organização Iran Human Rights, com sede na Noruega, afirma que mais de 530 manifestantes foram mortos.
As manifestações já diminuíram, mas houve vários casos em que as autoridades ordenaram que cafés e empresas suspendessem suas operações por não garantirem que clientes e funcionários usassem hijabs.
O governo iraniano apresentou um projeto de lei ao parlamento para reforçar as penalidades para aquelas que não usarem hijabs, com o objetivo de satisfazer os conservadores do país. As deliberações estão em andamento.
Os cidadãos que se opõem à medida dizem que, se a lei entrar em vigor, causará conflitos. Eles dizem que esperam que a liberdade e as opiniões das pessoas sejam respeitadas.
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