Os ministros das Relações Exteriores do Azerbaijão e da Armênia trocaram insultos na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, sobre a ação militar do Azerbaijão na região disputada de Nagorno-Karabakh.
O exército azerbaijano lançou o que chamou de operações antiterrorismo na terça-feira (19), na região, onde os moradores são de etnia armênia.
Os combates terminaram no dia seguinte, depois que as forças armênias concordaram com uma trégua e aceitaram o desarmamento total.
No sábado (23), o ministro das Relações Exteriores do Azerbaijão, Jeyhun Bayramov, acusou a Armênia de provocação militar e defendeu a ação de seu país, chamando-a de operação antiterrorismo.
Ele disse que a operação atingiu seu objetivo inicial e que o desarmamento dos armênios está em andamento.
O ministro das Relações Exteriores da Armênia, Ararat Mirzoyan, disse em seu discurso que mais de 200 mortes e mais de 400 feridos foram confirmados na região.
Ele condenou a ação do Azerbaijão, dizendo que a operação militar está destruindo a paz e a estabilidade da região, violando gravemente os direitos humanos e representando uma ameaça à existência dos armênios.
Mirzoyan instou a ONU a tomar o partido das vítimas de atrocidades em massa no mundo. Ele pediu que a ONU enviasse uma missão imediatamente para monitorar a situação.
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