Os líderes das nações conhecidas como BRICS acreditam que podem servir como um contrapeso ao Ocidente. Alguns sugeriram que o grupo, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, deveria se expandir. Outros estão relutantes em perturbar o status quo.
O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, será o anfitrião da cúpula que começa nesta terça-feira (22), em Joanesburgo. As reuniões serão as primeiras a serem realizadas presencialmente desde 2019. Espera-se que o encontro seja o maior da história do BRICS, com mais de 60 nações convidadas.
“A questão mais atual no momento é a possível expansão do BRICS, já que há mais de 23 países que solicitaram formalmente sua adesão”, disse Clayson Monyela, diretor-geral adjunto do Departamento de Relações Internacionais da África do Sul.
O presidente chinês Xi Jinping escreveu um artigo publicado na segunda-feira (21), nos meios de comunicação sul-africanos. Ele sugeriu que o fato de tantos países quererem participar é uma “prova da vitalidade e da influência” do BRICS.
O Secretário de Relações Exteriores da Índia, Vinay Kwatra, sugeriu que a expansão não é garantida. “Os países do BRICS precisam chegar a um consenso total sobre como gostariam que o BRICS fosse expandido, quais deveriam ser os princípios orientadores dessa expansão, quais seriam os critérios de tal expansão”, disse ele.
O presidente russo, Vladimir Putin, planejava comparecer pessoalmente. Mas o Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra ele por causa da guerra na Ucrânia. As autoridades sul-africanas teriam sido obrigadas a cumprir a ordem. Putin participará da cúpula on-line.
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