As consequências do rompimento de uma barragem no sul da Ucrânia continuam a causar estragos na vida das pessoas da região afetada.
Segundo informações, pelo menos 14 pessoas morreram na área controlada pela Rússia, e há cada vez mais temores de que haja mais vítimas.
O Gabinete da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários citou fontes do governo ucraniano dizendo que cerca de 80 cidades e vilarejos foram inundados, e cerca de 40.000 residentes podem ser afetados.
A agência diz que o nível da água na região de Kherson chegou a 5,6 metros. Também diz que mais de 700.000 pessoas tiveram interrupções em seus suprimentos de água potável, alimentos e saneamento.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, visitou um dos abrigos improvisados na região de Kherson. Zelenskyy disse: “Há uma escassez de médicos, pois muitos deles foram embora devido à guerra. Entendo suas necessidades, nós os ajudaremos. Somos gratos por seu trabalho, vocês são heróis”.
O governador de Kherson afirma que 70% das áreas afetadas estão sob controle russo. O prefeito de Novaya Kakhovka, uma comunidade sob controle russo adjacente à represa, disse que cinco corpos foram encontrados. O prefeito de outra cidade próxima à represa disse que nove pessoas foram confirmadas como mortas.
Um membro do parlamento ucraniano, que visitou a área afetada logo após o rompimento, disse que foi informado pelos moradores locais que nenhum dos russos ajudou os atingidos. Oleksiy Goncharenko disse: “Eles estavam contando que os russos estavam até atirando nas pessoas que estavam tentando salvar gente dos telhados porque havia um toque de recolher. A situação é realmente terrível”.
O diretor geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que sua agência está correndo para apoiar as autoridades na prevenção de doenças transmitidas pela água.
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