O Ministério da Educação do Japão elaborou diretrizes provisórias sobre o uso de IA generativa nas escolas, propondo o uso limitado da tecnologia como ponto de partida.
O ministério iniciou discussões em maio com especialistas sobre o uso de IA nas escolas.
Pessoas familiarizadas com o esboço das diretrizes dizem que o uso de IA generativa envolve preocupações sobre o vazamento de informações privadas e violação de direitos autorais. Eles dizem que seria apropriado que as escolas começassem a usar essa tecnologia em uma escala limitada, enquanto examinam seu uso efetivo.
Especificamente, a tecnologia poderia ser usada para aumentar os pontos de vista nos estágios de aprendizagem em grupo quando as opiniões estão sendo formuladas.
A IA generativa também é considerada apropriada como parceira de conversação em inglês.
Mas as diretrizes dizem que as crianças não devem ter permissão para usar livremente a tecnologia antes de aprenderem seus méritos e deméritos.
As crianças também não devem usar a IA para enviar trabalhos ou relatórios como suas próprias realizações. Os organizadores de concursos serão instados a fornecer instruções suficientes com base em suas orientações e temas de aplicação.
O Ministério da Educação afirma que pretende divulgar a minuta das diretrizes provisórias até o início de julho, após levar em consideração as opiniões dos especialistas. Ele afirma que revisará a minuta de acordo com as mais recentes visões científicas.
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