Junta militar de Myanmar reconhece ataque aéreo à aldeia
Os militares de Myanmar reconheceram que realizaram ataques aéreos mortais em um vilarejo na terça-feira (11).
A mídia estatal de Myanmar noticiou que as forças armadas visaram o evento de lançamento de um gabinete do Governo de Unidade Nacional pró-democracia, ou NUG.
A mídia local diz que pelo menos 100 civis, incluindo crianças, foram mortos em um vilarejo na região noroeste de Sagaing.
Um porta-voz militar se referiu às baixas, dizendo que membros das forças armadas pró-democracia às vezes tentam se disfarçar vestindo roupas civis.
Ele disse ter recebido um relato de que os ataques aéreos atingiram um arsenal pertencente a combatentes insurgentes, provocando explosões mortais que mataram pessoas no vilarejo.
O ataque foi um dos mais mortíferos executado pelos militares de Myanmar desde um golpe de estado há dois anos.
O general Min Aung Hlaing considera “terroristas” os membros de grupos pró-democracia.
A comunidade internacional condenou os ataques aéreos. O Secretário Geral da ONU, Antonio Guterres, emitiu uma declaração na terça-feira (11), denunciando os militares. Ele renovou seu apelo para que a junta termine “a campanha de violência” contra as pessoas em Myanmar.
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