Ucranianos apelam aos aliados ocidentais para mais armas
Os líderes russos haviam advertido das “consequências” depois que as nações ocidentais se comprometeram a enviar tanques avançados para a Ucrânia. Na quinta-feira (26) de manhã, eles lançaram outra série de mísseis e drones em alvos civis. Pelo menos 11 pessoas foram mortas.
As autoridades ucranianas dizem que os russos dispararam 55 mísseis contra alvos em todo o país. Eles dizem que foram capazes de abater a maioria deles. Ainda assim, os ataques danificaram mais a infra-estrutura de energia deles.
O presidente, Volodymyr Zelenskyy, disse: “Cada míssil russo contra nossas cidades, cada drone iraniano que os terroristas usam, são argumentos para justificar a necessidade de mais armas”.
Moradores do porto de Odesa, no Mar Negro, assistiram os ataques destruírem suas reservas de água. Eles tiveram que esperar na fila para conseguir o suficiente para beber e cozinhar.
A UNESCO havia acabado de designar o centro histórico de Odesa como Patrimônio da Humanidade. O grupo imediatamente o classificou como “em perigo”.
A Ministra das Relações Exteriores francesa, Catherine Colonna, visitou a área com seu homólogo ucraniano, Dmytro Kuleba. Ela lhe disse que os franceses cumpririam suas promessas de entregar os tanques AMX-10.
Entretanto, os ucranianos têm pedido outro modelo, o Leclerc. O presidente Emmanuel Macron disse no domingo que não descartou esses modelos, mas os funcionários do governo precisam considerar a manutenção e o treinamento que os tanques exigem.
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