Míssil na Polônia desperta receios da OTAN
Os países ao redor da Ucrânia temem, há meses, que a luta possa se espalhar por suas fronteiras. Na terça-feira, os líderes da Polônia viram uma explosão em seu país, quando as forças russas lançaram um dos mais amplos ataques até agora. Duas pessoas foram mortas.
A mídia polonesa noticiou a explosão na vila de Przewodow, a cerca de 25 quilômetros da fronteira com a Ucrânia. Esta seria a primeira vez, desde o início da guerra, que uma arma russa caí sobre um país da OTAN.
Os líderes poloneses elevaram a prontidão das unidades militares. O porta-voz do governo, Piotr Mueller, disse: “Ao mesmo tempo, decidimos que precisamos verificar se há motivos para invocar o artigo 4 do tratado da OTAN”.
Os países membros utilizam esse mecanismo quando se sentem ameaçados e os líderes da OTAN se reúnem para decidir sobre uma resposta.
A explosão ocorreu quando as forças russas dispararam cerca de 100 mísseis em ataques por toda a Ucrânia. Entretanto, oficiais de defesa russos negam ter atingido o território polonês e descreveram essas sugestões como uma “provocação deliberada”.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, qualificou a ofensiva como “um ataque à nossa segurança coletiva”. Ele a descreveu como “uma escalada muito significativa e acrescentou que “devemos agir”.
Os diplomatas dos EUA dizem que os relatórios são “incrivelmente preocupantes”. Eles dizem que ainda estão tentando determinar o que aconteceu e o que fazer a seguir.
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