OPEC+ anuncia o corte de produção mais acentuado em 2 anos
Os consumidores nos EUA e Europa já estão esperando pagar contas de energia mais altas neste inverno. Eles exerceram pressão sobre os líderes para que fizessem algo para baixar os preços. Entretanto, os maiores produtores mundiais de petróleo ignoraram os apelos para aumentar o abastecimento e, em vez disso, os reduzirão drasticamente.
Os ministros de energia da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP – OPEC) e seus aliados viram os preços atingir um pico em março, antes de diminuir, de forma constante. Eles querem pressioná-los a voltar a aumentar.
Eles se reuniram em Viena, na quarta-feira, e concordaram em cortar dois milhões de barris por dia, a partir de novembro – seus maiores cortes na produção desde 2020. Eles dizem que querem ser pró-ativos, e preventivos, sobre a incerteza na economia global.
O Secretário Geral da OPEP, Haitham Al Ghais, disse que eles não estão colocando em perigo os mercados de energia, mas que, ao invés disso, estão proporcionando segurança e estabilidade.
O presidente dos EUA, Joe Biden, tentou persuadir os produtores a manter a produção alta. Ele até visitou os líderes de fato do cartel, na Arábia Saudita, em julho.
Os funcionários da Casa Branca apontaram as pressões sobre os preços da energia desde a invasão russa da Ucrânia e consideraram os cortes “míopes”.
Os EUA liberarão mais 10 milhões de barris de petróleo da Reserva Estratégica de Petróleo para proteger os consumidores e “promover a segurança energética”.
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