Primeiro ministro do Japão se compromete a apoiar a Ucrânia
O primeiro-ministro japonês, Kishida Fumio, reiterou seu compromisso de apoiar a Ucrânia à medida que a invasão russa se arrasta.
Kishida realizou uma conferência de imprensa logo após a cúpula do G7, encerrada na terça-feira (28), na Alemanha.
Ele disse: “Os líderes do G7 concordaram em colocar sanções adicionais à Rússia para acabar com a invasão da Ucrânia o mais rápido possível. Esta invasão está esmagando a pacata ordem mundial. Também concordamos em continuar a apoiar fortemente a Ucrânia, pois ela luta contra a agressão na linha de frente”.
Kishida anunciou, anteriormente, o plano do Japão de fornecer um pacote de apoio no valor de mais de um bilhão de dólares para a Ucrânia e outras nações.
Algum dinheiro irá para compensar a crise alimentar global desencadeada pela invasão russa.
Kishida se comprometeu a apelar para outros líderes asiáticos para que se unam em torno da Ucrânia. Até agora, muitos permaneceram neutros.
Kishida presidirá a cúpula do G7 do próximo ano. Ele anunciou, oficialmente, que a reunião será realizada em Hiroshima.
A cidade bombardeada atomicamente é a base eleitoral de Kishida.
Ele disse: “De Hiroshima, os líderes do G7 mostrarão ao mundo nosso forte compromisso com a prevenção de outra catástrofe com armas nucleares, e nossa firme oposição a qualquer agressão armada”.
Kishida se juntará a seus colegas do G7 em Madri nesta quarta-feira (29), para uma cúpula da OTAN.
Também participará da reunião o presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol.
Os líderes discutirão as preocupações de segurança na região indo-pacífico, além daquelas relativas à Europa.
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