Coréia do Norte relata outro surto de doença infecciosa
A Coréia do Norte relatou um surto de epidemia intestinal, uma vez que continua a combater a propagação do que se acredita ser o coronavírus chinês.
O jornal do Partido dos Trabalhadores, Rodong Sinmun, noticiou nesta quinta-feira (16), que o ditador do país, Kim Jong Un, havia enviado medicamentos para o comitê do partido na cidade de Haeju, no sudoeste da província de Hwanghae Sul, onde ocorreu o surto.
O artigo tem uma foto que mostra Kim verificando os remédios com sua esposa, Ri Sol Ju.
O jornal não menciona a doença nem revela seus sintomas. A Agência de Notícias Yonhap da Coréia do Sul sugere que pode ser febre tifóide ou cólera.
Kim instruiu as autoridades do partido a conter a epidemia o mais cedo possível, colocando em quarentena os casos suspeitos, e através de um exame epidemiológico minucioso e desinfecção.
A Coréia do Norte tem confirmado casos de febre que se acredita serem infecções pelo coronavírus chinês, diariamente. Há relatos de casos em declínio, com a contagem diária caindo para pouco mais de 26.000 na quarta-feira (15), a partir do pico de mais de 390.000.
Mas o novo surto infeccioso pode colocar uma tensão adicional no sistema de saúde da Coréia do Norte.
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