Coréia do Sul promoverá debate sobre o consumo de carne de cachorro
O primeiro-ministro sul-coreano informa que o governo lançará um órgão consultivo para debater se deve proibir o consumo de carne de cachorro em meio ao crescente interesse social pelo bem-estar animal.
Kim Boo-kyum disse em uma reunião do governo nesta quinta-feira (25) que o órgão público-privado será composto por especialistas, membros de ONGs e outros. O grupo terá como objetivo produzir um consenso social sobre o assunto e estudar os resultados das pesquisas de opinião pública antes de tirar uma conclusão, em abril próximo.
Kim disse que o número de lares com animais de estimação tem aumentado, levando a uma maior conscientização do bem-estar animal. Ele disse que um número crescente de pessoas aponta que o consumo contínuo de carne de cachorro, somente porque faz parte da cultura alimentar tradicional, pode ser difícil.
A controvérsia sobre o consumo de carne de cachorro tem persistido na Coréia do Sul desde que a prática gerou críticas dos Estados Unidos, das nações européias e de outros países por volta das Olimpíadas de Seul de 1988.
Em setembro, o presidente Moon Jae-in, conhecido como um amante de cães, instruiu Kim a considerar se deveria proibir a prática.
Mas a iniciativa do governo de lançar o debate, provavelmente, provocará um recuo da indústria de carne de cachorro, que diz que a prática é uma parte inerente da cultura alimentar sul-coreana.
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