Depois de mais de 600 civis mortos militares de Myanmar dizem que estão usando auto-controle
Militares de Myanmar insistem que estão exercendo a autocontenção no uso da força contra os manifestantes anti-golpe, mesmo sugerindo que o número de mortos pode ter sido muito maior.
Um grupo local de direitos humanos informa que 618 pessoas foram mortas pelas forças de segurança nos protestos nacionais que começaram após o golpe de Estado de 1º de fevereiro.
Um porta-voz militar disse nesta sexta-feira (9), que poderia ter havido 500 mortes por hora, se as autoridades tivessem realmente usado armas automáticas.
No mesmo dia, a mídia local disse que pelo menos 10 pessoas morreram na cidade de Bago quando as autoridades dispararam contra civis.
Christine Schraner Burgener, a enviada especial do Secretário Geral das Nações Unidas para Myanmar, chegou à vizinha Tailândia na sexta-feira (9).
Ela planeja encontrar-se com o Ministro das Relações Exteriores da Tailândia, Don Pramudwinai, e deve convocar a Associação das Nações do Sudeste Asiático para ajudar a deter a repressão em Myanmar.
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