Hong Kong prorroga proibição para reuniões
O governo de Hong Kong declara que estenderá a proibição de reuniões de mais de oito pessoas como medida de prevenção do coronavírus chinês.
Grupos pró-democracia criticaram a medida, dizendo que está sendo usada como uma ferramenta política para reprimir os protestos.
O governo anunciou nesta terça-feira (2), que a proibição será prorrogada por duas semanas, até 18 de junho.
Originalmente deveria terminar nesta quinta-feira (4), que marca o aniversário da repressão militar de 1989 aos protestos liderados pelos estudantes na Praça Tiananmen, em Pequim.
As pessoas em Hong Kong têm realizado vigílias para comemorar o aniversário a cada ano desde então. Mas a polícia de Hong Kong anunciou na segunda-feira (1º), que estava proibindo a vigília deste ano, a primeira vez que o evento foi interrompido.
A polícia também vem reprimindo duramente os manifestantes anti-governamentais, em meio à crescente preocupação com a nova legislação de segurança.
Os manifestantes vinham convocando, nas mídias sociais, a realização de manifestações na terça-feira da próxima semana, marcando o primeiro aniversário das mobilizações em massa contra a revisão da lei de extradição de Hong Kong.
Eles acusam o governo e a polícia de usar a pandemia do coronavírus como justificativa para suprimir a liberdade de expressão.
Hong Kong tem mantido o surto sob controle por mais de um mês, além das infecções confirmadas entre os chegados do exterior. As escolas começaram a reabrir, em etapas, a partir de quarta-feira da semana passada, e as restrições também foram aliviadas para instalações como ginásios esportivos e karaokê.
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