Estrangeiros no Japão não possuem informações suficientes sobre o vírus chinês

Com a propagação do novo coronavírus chinês no Japão, alguns estrangeiros no país não têm informações suficientes devido a barreiras linguísticas.

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Estrangeiros no Japão não possuem informações suficientes sobre o vírus chinês

Com a propagação do novo coronavírus chinês no Japão, alguns estrangeiros no país não têm informações suficientes devido a barreiras linguísticas.

Informações sobre como conter o vírus, sintomas a serem observados e como os governos estão ajudando estão amplamente disponíveis, mas principalmente em japonês. Alguns estrangeiros no Japão, que têm dificuldade de entender o idioma, dizem que se sentem deixados para trás.

A Clínica Internacional Kobayashi, na Província de Kanagawa, perto de Tóquio, oferece serviços em seis idiomas, incluindo Tailandês e Tagalog.

Desde o início de março, a clínica tem recebido consultas de residentes estrangeiros sobre o vírus.

O diretor da clínica, Kobayashi Yoneyuki, diz que até mesmo os japoneses têm dificuldade de entender o sistema de teste do vírus, e que os estrangeiros sabem pouco sobre o vírus.

O Ministério da Saúde do Japão criou uma linha direta em janeiro, mas não aceita ligações em línguas estrangeiras.

Uma linha de emergência da Agência de Turismo do Japão para turistas estrangeiros recebeu cerca de 6.400 ligações relacionadas ao surto, de 22 de janeiro a 31 de março.

Cada vez mais estrangeiros têm manifestado preocupação com a falta de informações.

A TELL Lifeline, organização sem fins lucrativos com sede em Tóquio, oferece aconselhamento psicológico em inglês, por telefone.

A NPO costumava receber cerca de 20 ligações por dia, mas desde fevereiro tem recebido pelo menos 100, a maioria sobre o vírus.

Um telefonista expressou preocupação com a esmagadora falta de informação em inglês em comparação com o japonês.

Outro perguntou sobre a eficácia do uso de máscaras, citando pontos de vista contraditórios no Japão e no exterior.

A diretora da TELL Lifeline, Vickie Skorji, disse que seria útil se alguns recursos governamentais fossem ligados a organizações de base e comunidades de estrangeiros.

Ela disse que isso os ajudaria a obter informações e a reduzir sua ansiedade.

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