Sarau Agência de Cultura Brasileira: A serviço da Arte e Cultura.
A Sarau é uma agência carioca que tem prioridade na realização de projetos culturais. Atua em todos os segmentos artístico-culturais, criando e produzindo projetos para todos os perfis de público, estando presente na criação, elaboração e nas etapas de produção. Tem forte presença no mercado com projetos de conteúdo elaborado e expertise na criação, produção e gestão de recursos de diversas fontes.
Fundada em 1992, a Sarau Agência de Cultura Brasileira construiu um consistente currículo no mercado cultural carioca, atuando na pesquisa e viabilização de projetos para a recuperação da obra de artistas brasileiros, nos mais diferentes formatos, do palco à internet. São destaques os cases realizados de Grande Otelo e Ariano Suassuna, cujas obras foram alvo de uma série de ações que perpetuaram seus acervos e memória na internet. Hoje, com larga experiência e reconhecimento no meio e no mercado cultural, a Sarau tem a sua própria memória, riqueza de conteúdo e capacidade de realização inquestionável. São mais de cerca de 150 projetos realizados: 40 montagens teatrais, inúmeras apresentações musicais, exposições, CDs, projetos de acervo, site. A produtora cultural Andrea Alves é a diretora responsável pela agencia.
Apresentou, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil, vários ciclos sobre os gêneros musicais e as figuras históricas da música brasileira, tais como Chorando no CCBB, Chiquinha Gonzaga (1995), Ernesto Nazareth (1996), Pixinguinha, Na Trilha do Samba (1997), Carmen Miranda, Adoniran Barbosa (1999), Cantorias Nordestinas (1999), Cantorias Amazônicas (2000), Elisete Cardoso (2000). Na área teatral, iniciaram o projeto da série de montagens de Revistas Musicais Cariocas, realizando Forrobodó (Prêmio Mambembe como um dos cinco melhores espetáculos de 1995), A Capital Federal (1997) e Chico Viola (1998). Produziram inúmeros CDs (área instrumental, samba e choro).
Em 97, inauguraram o selo Sarau, com o CD Pixinguinha 100 anos, ao vivo do CCBB (indicado para o Prêmio Sharp/Melhor CD Instrumental), selo que hoje conta com mais quatro CD’s: O Trio – Maurício Carrilho, Paulo Sérgio Santos e Pedro Amorim (Prêmios Sharp 95 Melhor CD e Grupo Instrumental), Som de Bandolim (indicado Prêmio Sharp 97 Revelação Instrumental), 35 anos de música brasileira – Quinteto Villa-Lobos e Camerata Universidade Gama Filho (indicado Prêmio Sharp 98 Melhor CD Instrumental). Fizeram a reabertura do histórico Teatro de Arena (1998) resgatando o templo do Opinião, com o projeto de rodas de samba Revendo o Opinião.
Fizeram duas produções importantes na área de exposições: MPB – A História do Século (CCBB – 2000) e Câmara Cascudo – 100 anos de brasilidade (Espaço BNDES – 2000). No ano 2000, iniciaram a programação da extinta cervejaria Slavia, com o Slavia Summer Jam, realizando três encontros com nomes de grande importância no jazz americano – Los Hombres Calientes, Steve Turre, Janie Brison, Terence Blanchard e Phill Woods – com artistas brasileiros – Marcos Suzano, Carlos Malta, Zé da Velha e Silvério, Paulo Moura e Banda Mantiqueira. No dia 13 de dezembro de 2002, realizaram o projeto “Gonzagão – 90 anos”, no Armazém 5/RJ, um show em homenagem ao mestre do baião, com a participação de Marinez e sua gente, Forroçacana, Banda de Pífanos de Caruaru e Daniel Gonzaga. Durante o show foi iniciada a produção do documentário “Luis Gonzaga – O rei do baião”.
Ainda em 2003, saiu a produção do projeto “Aquarela Poli-Brasil”, que homenageia grandes nomes da velha guarda do samba: Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Monarco, Wilson Moreira, Xangô da Mangueira, Luis Carlos da Vila e Walter Alfaiate. O projeto contém várias etapas e foi iniciado pelo CD e pelas gravações de um making off que resultará em um DVD. O show foi realizado em São Paulo. Em 2004, outro grande projeto iniciado, foi o da Escola Portátil de Música, projeto de formação musical, com base no choro. Foram convidadas para realizar a coordenação de produção do Festival Rio de Inverno (2005).
É uma atuante produtora de teatro, tendo realizado mais de 30 montagens, dentre elas “Engraçadinha, seus amores e pecados” (2001), de André Paes Leme e Luiz Arthur Nunes, “O Castiçal”(2003), com Amir Haddad e o grupo Tá na Rua, o musical “Elis – Estrela do Brasil”(2002), com direção de Diogo Vilella; Grupo Galpão (todas as peças no Rio, desde 2002), Os Sete Afluentes do Rio Ota (2005), direção de Monique Gardenberg; Antonio e Cleópatra – um amor imortal, com direção de Paulo José (2006); “A Hora e Vez de Augusto Matraga” (2007), direção de André Paes Leme.
Em janeiro de 2010 estreou uma nova montagem de “Os Saltimbancos”, no teatro Oi Casagrande, com direção de Cacá Mourthé e viajou por 5 cidades do nordeste com a peça “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, com Ernani de Moraes e Jackyson Costa. Em 2011, estreou “Um Rubi no Umbigo” de Ferreira Gullar com direção de André Paes Leme no Teatro Nelson Rodrigues, realizou a produção da segunda temporada da peça ”Inverno da Luz Vermelha” direção de Monique Gardenberg. Em fevereiro de 2012, estreou JT um conto de fadas punk direção de Susana Ribeiro e direção geral de Paulo José, com grande elenco Natália Lage, Débora Duboc, Nina Morena, Hossen Minussi e Roberto Souza.
Na área de memória, desenvolveram o Biênio Grande Othelo que realizou a organização e digitalização do acervo do artista, lançou uma biografia (por Sérgio Cabral) e colocou no ar o seu site oficial – estas ações lançadas em dezembro de 2007. Realizou as comemorações dos 80 anos de Ariano Suassuna, com aula-espetáculo, shows, exposições, lançamentos de livros, leituras etc e está finalizando o trabalho do acervo e do site. Desde 2009 assumiu a direção de produção do Festival Villa-Lobos.
Em 2010 realizou a catalogação do acervo e lançou o site de Maria Clara Machado. Em 2011, foi finalizada a primeira reedição das partituras de Villa-Lobos esta foi entregue a Academia Brasileira de Música e realizou a exposição “Estandartes do Museu Histórico da Cidade“ no Museu da República/Palácio do Catete, em que foram restauradas 7 estandartes do século XIX. Em 2012 iniciou o projeto de Catalogação e Digitalização do acervo de Carlos Scliar, encerrado em julho de 2013 com o lançamento do sítio virtual www.carlosscliar.com.
Em 2013 estreou Forrobodó, de Chiquinha Gonzaga, com direção de André Paes Leme, o projeto Gonzagão 100 anos, idealizando e produzindo quatro programas/shows diferentes no CCBB DF e SP, além do musical Gonzagão, A Lenda, de João Falcão, recebendo prêmios como Shell de Melhor Música e APTR de Melhor Produção Qualidade de Melhor Espetáculo e FITA de Melhor Figurino, Direção e Espetáculo. Há mais de 3 anos em cartaz, este musical já circulou em várias regiões do Brasil e foi convidado a abrir o Festival de Bogotá de 2014. Em 2015 realizou apresentações em palcos abertos pelo país e realizou nova temporada popular no Teatro João Caetano. Em 2016, iniciou nova circulação do espetáculo, em palco aberto.
E durante os anos de 2014 e 2015 foi lançado o show e cd do “Coletivo Samba Noir”, formado por nomes de destaque na cena musical carioca: Katia B (voz e guitarra), Marcos Suzano (ritmo e voz), Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas) e Guilherme Gê (teclado e voz). A proposta do projeto foi apresentar uma releitura contemporânea de clássicos da música brasileira que versam sobre o amor, suas dores e impossibilidades, percorrendo pelas cidades do Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Em 2014 estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o musical Ópera do Malandro, direção de João Falcão, logo em seguida realizou temporada no Theatro NET Rio. Em 2015 estreou temporada em São Paulo no Theatro NET SP, circulou pelas cidades de Vitória, Belo Horizonte, realizou temporada popular no Teatro João Caetano, em 2016 iniciou uma nova circulação pelas cidades de Campinas, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Goiânia.
Em 2016, estreou no SESC Copacabana o teatro musical Auê, com os atores da Cia. Barca dos Corações Partidos, a mesma de Gonzagão, A Lenda e Ópera do Malandro e o musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, dirigido e adaptado por Rafael Gomes, “Gota D´água [a seco]”, com Laila Garin e Alejandro Claveaux.
Em 2017 foi a vez de estrear, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, uma homenagem musical aos 90 anos de Ariano Suassuna. Trata-se do espetáculo “Suassuna – O Auto do Reino do Sol”, protagonizada pela premiada Companhia Barca dos Corações Partidos. Em menos de um ano de estreado, o espetáculo já se apresentou em 11 cidades, recebeu 60 indicações e 20 prêmios importantes do teatro brasileiro.
A Sarau se prepara para estrear em 2018, um musical inédito sobre a cantora Elza Soares. O projeto é uma homenagem do teatro a esta grande diva negra da MPB. A estreia esta marcada para 19 julho de 2018, sob direção de Duda Maia, Direção Musical de Pedro Luís e Texto de Vinícius Calderoni.
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Da Redação by Cleo Oshiro
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