
China prepara plano de emergência contra tarifas impostas pelos EUA.
Pequim acredita que o conflito comercial com Washington terá um impacto limitado na economia do país e que os efeitos desse conflito podem ser controlados.
A China elaborou uma extensa lista de medidas urgentes, já que a guerra de palavras sobre as relações comerciais EUA-China ameaçou se transformar em um conflito econômico aberto, com cada lado ameaçando impor pesados impostos sobre as importações de cada um.
Pequim tem todos os instrumentos políticos necessários para responder a esse conflito comercial com os Estados Unidos e minimizar seu efeito econômico, segundo Zeng Peiyan, porta-voz da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, em comunicado divulgado nesta quarta-feira (18).
“Temos um plano de resposta a emergências em vários níveis e mecanismos políticos para retaliar os desafios comerciais iniciados pelos Estados Unidos”, acrescentou Zeng.
Ele ressaltou que o conflito comercial afetaria somente parcialmente a economia do país e que a China tem “confiança, potencial e capacidade para garantir o funcionamento estável da economia do país”.
Em março deste ano, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor US$ 150 bilhões (R$ 511,2 bilhões) através de tarifas inflexíveis sobre aço e alumínio importados da China e mais de US$ 60 bilhões (R$ 204,4 bilhões) em tarifas extras sobre o suposto roubo de propriedade intelectual dos EUA.
Pequim reagiu introduzindo suas próprias tarifas sobre produtos norte-americanos importados.
No início deste mês, Donald Trump sugeriu a introdução de uma tarifa adicional de US$ 100 bilhões (R$ 341 bilhões) contra a China em resposta ao que ele descreveu como “retaliação injusta” por parte de Pequim.
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