
Secretário dos EUA diz que míssil da Coreia do Norte atingiu maior altitude já registrada.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou nesta terça-feira (28) que o mais recente míssil lançado pela Coreia do Norte, no 16º teste balístico de Pyongyang apenas neste ano, atingiu a maior altitude já registrada dentre os mísseis balísticos intercontinentais (ICBM, na sigla em inglês) lançados pelos norte-coreanos.
Em um comunicado, o Departamento de Defesa dos EUA informou que o míssil, lançado nesta terça-feira, viajou cerca de 1.000 quilômetros antes de cair no mar do Japão, informou o porta-voz da pasta, coronel Rob Manning.
“O míssil foi lançado a partir de Sain Ni, na Coreia do Norte, e viajou cerca de 1.000 quilômetros antes de cair no mar do Japão, dentro da zona econômica exclusiva japonesa, e trabalhamos com nossos colegas de outras agências para obter uma avaliação mais detalhada”, disse Manning.
O Comando de Defesa do Espaço Aéreo da América do Norte (Norad) “determinou que o lançamento do míssil da Coreia do Norte não representou uma ameaça para a América do Norte, nossos territórios ou nossos aliados”, acrescenta o texto.
“O Norad detectou e seguiu o lançamento feito às 1:17 p.m. hora do leste (18:17 GMT)”, disse o comunicado.
Segundo o porta-voz do Pentágono, tudo indica que era um míssil balístico intercontinental, embora o Norad e as agências governamentais atuassem em uma avaliação mais detalhada.
Mais cedo, a agência de notícias sul-coreana Yonhap informou que a Coreia do Norte havia disparado um míssil balístico não identificado de uma área ao norte de Pyongyang.
Tratou-se do primeiro lançamento de um míssil balístico norte-coreano desde o último dia 15 de setembro, quando Pyongyang disparou um projétil identificado pelo Pentágono como um míssil balístico de médio alcance.
A Coreia do Norte realizou este ano o seu sexto teste nuclear, envolvendo uma bomba de hidrogênio que poderia ser colocada em mísseis intercontinentais e em uma dúzia de testes de mísseis balísticos, desafiando a proibição da ONU.
Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade uma resolução que endurece as sanções contra a Coreia do Norte, particularmente no campo dos hidrocarbonetos, em resposta ao seu sexto teste atômico realizado em 3 de setembro.
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