Pyongyang ameaça Guam com “salva de mísseis”

Coreia do Norte avisa os EUA que vai disparar uma "salva de mísseis" perto de Guam devido às "provocações militares imprudentes" de Washington.

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Image © (Bandeira da Coreia do Norte / Reprodução / AFP 2017/ Ed Jones) Pyongyang ameaça Guam com "salva de mísseis" - Oct/2017

Pyongyang ameaça Guam com “salva de mísseis”.

Coreia do Norte avisa os EUA que vai disparar uma “salva de mísseis” perto de Guam devido às “provocações militares imprudentes” de Washington.

A Coreia do Norte ameaçou, novamente, o território norte-americano de Guam, onde existem bases militares importantes dos EUA, advertindo de que as recentes ações de Washington forçaram Pyongyang a “aproximar a mão do gatilho”.

Em um comentário publicado, nesta sexta-feira (13), pela agência central norte-coreana KCNA, Kim Kwang-hak, investigador do Instituto de Estudos Americanos do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte condenou as últimas iniciativas militares dos EUA na região, informa o RT.

As “provocações insensatas” de Washington

Nomeadamente, o investigador cita o recente “blefe militar” da equipe de Trump contra Pyongyang, bem como as “provocações militares imprudentes”, como o envio de bombardeiros estratégicos nucleares B-1B, do submarino nuclear USS Michigan e do porta-aviões USS Ronald Reagan para a península da Coreia.

Tais iniciativas militares obrigam a Coreia do Norte a tomar medidas de resposta, aponta o representante da chancelaria norte-coreana.

Em sua opinião, as “provocações insensatas” de Washington “nos fazem perceber mais uma vez que estamos certos quando decidimos reforçar a dissuasão nuclear para autodefesa” e “endurecer nossa convicção de que devemos seguir este caminho para sempre”.

Uma “salva de mísseis” contra Guam

“Já tínhamos advertido várias vezes de que tomaríamos medidas para nossa defesa, incluindo uma salva de mísseis em águas próximas do território norte-americano de Guam”, sinaliza Kim Kwang-hak, que acusa os EUA de realizar “ações militares em regiões sensíveis” e de “fazer com que as águas em frente à península da Coreia e no Pacífico estejam inquietas”.

As iniciativas militares dos EUA “nos permitem aproximar a mão do gatilho para tomar a contra medida mais dura”, adverte o investigador.

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