Caê lança seu segundo disco, “A nave de Odé.”
Caê Rolfsen, cantor e multi-instrumentista, nasceu na cidade de Araraquara-SP e ainda na infância mostrou interesse por violão e outros instrumentos musicais. Aos treze anos de idade começou a compor suas canções.
Perambulou por rodas de sambistas e de roqueiros pelas ruas de sua cidade natal até ir estudar violão no “Conservatório de Tatuí”. Há dez anos mudou-se para a capital, onde se graduou em Música pela FASM” e estudou composição com Arrigo Barnabé.
Acompanhou diversos artistas consagrados da música brasileira, como Elza Soares, Paulinho da Viola e Paulo Moura. Teve seus arranjos gravados por grandes sambistas, como Monarco, Wilson Moreira, Délcio Carvalho, Dona Inah e Fabiana Cozza, até lançar seu primeiro álbum, “Estação Sé” (2012), que foi recebido com elogios pela crítica especializada, figurando entre as revelações do ano nos principais veículos de imprensa brasileiros e até no exterior, como no jornal francês “Liberation”, além de ter conquistado dois prêmios nacionais. Em 2011, Caê foi vencedor da categoria de melhor álbum de samba no “XXII Prêmio da Música Brasileira”, com disco o “Gafieira São Paulo”, no qual atuou como produtor, arranjador e cantor.
Recentemente, assinou a trilha sonora do documentário “Memórias da EFA” (2014), do premiado diretor Marcelo Machado, e da peça “Notas para um olhar na dança” (2015), da São Paulo Companhia de Dança. Foi diretor musical e arranjador dos projetos “Gafieira São Paulo” e “Candeia 50 anos” (2005), este no SESC Pompéia, e do programa “Mosaicos – Homenagem a Cyro Monteiro”, da TV Cultura (2010).
Serrinha, Congo e Kingston. Em seu segundo disco, “A nave de Odé” (independente, 2016), Caê cria um mapa geográfico imaginário explorando diálogos entre linguagens e influências da música brasileira, africana e jamaicana, inspirado na figura mitológica do orixá “Odé”, arqueiro caçador e guardião das matas e da humanidade.
Produzido e arranjado pelo próprio Caê, o disco tem a participação de músicos da cena contemporânea paulistana, como o saxofonista Thiago França, o baterista Sergio Machado, o tecladista Maurício Fleury, além da participação especial da cantora Juçara Marçal, na canção Zambê.
As gravações foram feitas no final de 2015, em São Paulo, no estúdio Ori. A arte gráfica é assinada pelo designer Maurício Zuffo Kuhlmann, o MZK.
Das doze canções do disco, Caê assina dez faixas inéditas e ainda explora sonoridades vanguardistas na interpretação da canção Eu canto música de amor, do compositor paraibano Pedro Osmar, que encerra o álbum em arranjo solo descontínuo, com voz e guitarra, navegando nas texturas polifônicas e nos ruídos do sax de Thiago França. A vinheta “Omodé”, que signifíca criança, em “Yorubá”, completa o repertório. Conheça um pouco mais das músicas de Caê nos vídeos abaixo e acessando suas redes sociais.
https://www.cae.art.br/
https://www.facebook.com/caerolfsenmusic/
https://www.youtube.com/user/caerolfsen/videos
Radio Shiga by Cleo Oshiro Oficial Page: http://wp.radioshiga.com/programacao/
- Duda Jardim e Elaine Frere lançam “Vadiar e Amar” - 9 de janeiro de 2024 12:40 pm
- Puritan retorna com nova formação - 7 de janeiro de 2024 1:48 pm
- Jerusalem: lendas do hard rock sueco lançam o álbum “Stygn” - 31 de dezembro de 2023 7:43 am


























