
Norte-coreano suspeito do assassinato de Kim Jong Nam pode ter sido diplomata em Jacarta. A NHK informou que a agência de inteligência da Indonésia acredita que um dos quatro suspeitos norte-coreanos, no assassinato de Kim Jong Nam, foi, anteriormente, diplomata na embaixada em Jacarta.
Fontes do governo indonésio disseram à NHK que o serviço de inteligência acredita que O Joong Gil serviu como segundo secretário na embaixada, em Jacarta.
As fontes disseram que o homem fala fluentemente o indonésio, acrescentando que o mesmo trabalhou em Jacarta até 2015 e depois foi transferido para a embaixada no Camboja.
A polícia malásia acredita que O é um dos quatro suspeitos norte-coreanos que desempenharam um papel de liderança na morte de Kim, o meio-irmão do líder norte-coreano Kim Jong Un.
A polícia está exigindo que Pyongyang os entregue para a Malásia.
A polícia acredita que O visitou a Indonésia em janeiro e conheceu a suspeita indonésia Siti Aisyah. A polícia acredita que ele a mandou cometer o crime.
Siti Aisyah e outra suspeita Doan Thi Huong, do Vietnã, supostamente, passaram o agente tóxico do VX no rosto de Kim, no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, no mês passado. Kim Jong Nam morreu a caminho do hospital.
A polícia malaia está tentando interrogar o segundo secretário da embaixada da Coréia do Norte em Kuala Lumpur.
A agência de inteligência da Coréia do Sul acredita que autoridades dos ministérios da segurança e do exterior norte-coreanos planejaram o assassinato.
A última revelação deve reforçar a visão de que Pyongyang arranjou e levou a cabo o assassinato de Kim.
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