
Ex-presidente sul-coreana, Park Geun-hye, interrogada durante toda a noite. Promotores da Coréia do Sul que investigaram o escândalo de corrupção, terminaram o interrogatório da ex-presidente Park Geun-hye, pela primeira vez.
Park foi autorizada a voltar para casa depois de mais de 21 horas de perguntas, que começaram na manhã de terça-feira (21). Acredita-se que ela tenha negado todas as acusações.
Os promotores começaram a questionar Park por volta das 09h35 de terça-feira, hora local, no escritório do Ministério Público Central de Seul.
Eles disseram que o questionamento foi concluído às 23h40, mas as declarações de Park deverão ser, ainda, confirmadas. Seu advogado esteve presente no interrogatório.
Os promotores disseram que estão considerando se devem pedir ao tribunal que emita um mandado de prisão ou busca e apreensão sem prisão.
Park não falou aos repórteres quando saiu do escritório do promotor.
O ex-presidente enfrenta 13 acusações. Os promotores alegam que Park conspirou com sua amiga e confidente de longa data, Choi Soon-sil, para receber, ou concordou em receber, 38 milhões de dólares em subornos do Grupo Samsung.
Ela também enfrenta acusações de abuso de poder e coerção por, supostamente, pressionar empresas para doarem dinheiro para duas fundações, intimamente ligadas a Choi.
Park perdeu a imunidade parlamentar no início deste mês, quando o Tribunal Constitucional do país confirmou a decisão da Assembleia Nacional de acusá-la.
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