
Abe nega envolvimento do casal no caso do terreno.
O primeiro-ministro, Shinzo Abe, negou que ele ou sua esposa tivessem algum envolvimento na controversa venda do terreno, de propriedade estatal, na província de Osaka, no oeste do Japão.
A venda aconteceu no ano passado, para o operador da escola Moritomo Gakuen, a um preço muito abaixo do valor avaliado. O operador tinha planejado abrir uma escola elementar no local.
Abe falou na Comissão de Orçamento da Câmara Alta, nesta sexta-feira (24), sobre os testemunhos juramentados dados pelo diretor da Moritomo Gakuen, Yasunori Kagoike, em 2 comitês da Dieta, no dia anterior.
Sobre o fax de um assessor governamental da esposa de Abe, Akie Abe, Kagoike disse que o recebeu depois de deixar uma mensagem de voz, pedindo ajuda para garantir a terra.
O fax disse que um inquérito foi feito com o Ministério das Finanças, mas o governo não pôde atender o pedido.
Abe disse ao comitê da Dieta nesta, sexta-feira, que o fax era meramente uma observação do assessor de sua esposa sobre o resultado do inquérito.
Ele enfatizou que não se tratava de tráfico de influência ou de pressão imprópria sobre o ministério.
Abe também se referiu ao testemunho, de que a esposa do primeiro-ministro entregou a Kagoike uma doação de um milhão de ienes, ou cerca de 9.000 dólares, em 2015.
Abe disse que é profundamente lamentável que o testemunho de Kagoike contradiga os fatos.
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