Vítimas japonesas do massacre de Bangladesh chegam em casa

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Vítimas japonesas do massacre de Bangladesh chegam em casa. Os corpos de sete cidadãos japoneses, mortos no ataque terrorista a um restaurante em Dhaka, capital de Bangladesh, voltaram para casa, na terça-feira, em um avião do governo.

A aeronave aterrissou pouco antes de 06:00 (2100 GMT segunda-feira) transportando os restos mortais das vítimas que foram assassinadas em um restaurante na capital de Bangladesh, onde militantes mataram 20 reféns, no fim de semana.

Os caixões, envoltos em lençóis brancos, foram alinhados na pista do Aeroporto de Haneda, em Tóquio, onde o ministro das Relações Exteriores, Fumio Kishida, juntamente com outros funcionários do governo e amigos das vítimas, aguardavam.

Kishida juntou-se a outros para oferecer tributos fazendo uma profunda reverência, à medida que se realizou um momento de silêncio, ante os caixões.

“Como fui recebê-los no aeroporto, senti renovado o sentimento de profunda tristeza e raiva”, disse Kishida a jornalistas em Tóquio.

“O nosso país vai coordenar esforços com a comunidade internacional para que tragédias como esta não se repitam”, disse ele.

O avião chegou cerca de duas horas depois que um pequeno jato, transportando Tamaoki Watanabe, um sobrevivente japonês ferido no atentado, desembarcou em Haneda, mostraram imagens da televisão local.

Ele foi levado a um hospital, para tratamento, e sua condição é estável, segundo a imprensa local.

Os cidadãos japoneses estavam trabalhando em projetos de desenvolvimento em Bangladesh com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).

Autoridades japonesas, que retornaram de Dhaka, juntamente com as famílias enlutadas, informaram os ministros de estado sobre a situação.

O primeiro-ministro, Shinzo Abe, manteve conversações telefônicas, na segunda-feira, com o seu homólogo italiano, Matteo Renzi, para discutir a cooperação global para combater o terrorismo, disse o Ministério das Relações Exteriores japonês.

O atentado de Dhaka também matou nove italianos, bem como um cidadão dos EUA e um estudante indiano de 19 anos de idade.

Os dois líderes concordaram que irão aproveitar o Asia-Europe Meeting (ASEM) – Encontro Ásia-Europa, na Mongólia, para emitir uma mensagem clara contra o terrorismo, disse o ministério, em um comunicado.

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