Novo acordo na parceria militar entre Tóquio e Washington. Tóquio e Washington concordaram em limitar os privilégios dos soldados estadunidenses que permanecem no país ao abrigo do acordo bilateral por causa de frequentes violações das leis locais por parte destes militares, informou nesta segunda (4) a agência Kyodo, citando fontes do governo japonês.
De acordo com a agência, as novas regras do estatuto das tropas dos EUA no Japão serão anunciadas pelo ministro das Relações Exteriores japonês Fumio Kishida, ministro da Defesa Gen Nakatani e a embaixadora dos Estados Unidos em Tóquio, Caroline Kennedy.

O acordo sobre a revisão dos privilégios das tropas estadunidenses foi alcançado em Singapura em 4 de junho durante uma reunião entre o ministro da Defesa do Japão Nakatani e seu homólogo norte-americano Ashton Carter.
As ilhas de Okinawa albergam 75% de todo o equipamento militar americano no Japão. Sob o atual acordo, assinado em 1960, os promotores japoneses podem acusar os militares estadunidenses por atos cometidos durante o serviço militar.
#cbs: Ex-U.S. Marine charged in 20-year-old woman’s rape, murder https://t.co/0UwflIrjJi #usa
— Actual News Online (@actualnewsinfo) 30 de junho de 2016
Apesar do acordo, em 19 de maio foi detido um funcionário da base militar Kadena, nas ilhas de Okinawa. O norte-americano foi acusado de estuprar e matar uma mulher japonesa.
Pouco depois, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, declarou em uma entrevista coletiva conjunta ao lado do Presidente Barack Obama que o Japão implementaria novas medidas para proteger os cidadãos de Okinawa.
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