A China não dará um passo atrás em suas reivindicações no Mar do Sul da China. Pequim não dará “um único passo para trás” em suas reivindicações no Mar do Sul China, disse a mídia estatal nesta sexta-feira, apesar dos relatos de patrulhas navais norte-americanas perto de suas ilhas artificiais, antes da decisão do Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia.
Pequim afirma sua soberania sobre quase todo o Mar do Sul China, em face das reivindicações de seus vizinhos do Sudeste Asiático, transformando, rapidamente, recifes de corais em ilhas artificiais, capazes de comportar aviões militares.
Está, atualmente, há uma semana executando exercícios em torno das Ilhas Paracel, durante o qual outros navios foram proibidos de navegar.
A Marinha norte-americana, baseada em Virginia, relatou esta semana que três destróieres – o Spruance, Stethem e Momsen – foram patrulhar perto dos recifes Scarborough e Ilhas Spratly, que a China reivindica como suas.
O porta-aviões USS Ronald Reagan e embarcações de apoio também estão no Mar do Sul da China, disse a Marinha dos EUA.
O The Navy Times citou especialistas que descrevem as implementações chinesas como “uma mensagem de determinação para os aliados chineses e norte-americanos na região” e “um show deliberado de força” à frente de uma decisão do tribunal internacional.
O Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia emitirá sua decisão final na terça-feira, no caso apresentado pelas Filipinas, desafiando a posição da China.
Em um editorial, na sexta-feira, o jornal Global Times, que é próximo ao Partido Comunista e muitas vezes tem um tom nacionalista, disse que: “Se os EUA e as Filipinas, por impulso, realizarem uma provocação, a China não dará um único passo para trás.”
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