Autor de massacre no centro japonês para deficientes: ‘Salvei pessoas doentes’. Satoshi Uematsu, que matou à facada 19 pessoas, declarou aos investigadores que “ele estava salvando pessoas com muitas doenças graves”.
Quando estava no automóvel policial, Uematsu sorria alegremente aos jornalistas, comunica a RIA Novosti.
À noite, durante o interrogatório, o suspeito afirmou que “queria salvar pessoas gravemente doentes, com muitos problemas” e não sentia “nem pesar, nem arrependimento”. Ao mesmo tempo, ele disse que “queria pedir desculpa do fundo do coração às famílias dos mortos porque tinha causado a separação brusca deles”.
Na noite de 25 para 26 de julho Satoshi Uematsu penetrou em um centro para deficientes, matando à facada 19 pessoas, mais 26 ficaram feridas. Depois disso, o assassino foi à polícia e confessou o crime.

Uematsu trabalhara na instituição desde o final de 2012 até fevereiro de 2016. Nessa altura, ele propôs ao presidente da câmara baixa do parlamento um projeto de lei sobre a eutanásia dos deficientes, explicando que esta decisão “iria evitar a Terceira Guerra Mundial”.
Durante o tratamento forçado, análises mostraram que o homem consumia maconha. Segundo os amigos de Uematsu, ele dizia-lhes que “seria bom se todos os deficientes morressem”.
Este foi o maior massacre no Japão desde os anos de 30 do século passado.
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