Alex Cohen: Cantor Pop Romântico há mais de 20 anos se dedicando a música. Alex Cohen é um Cantor, compositor, arranjador, guitarrista e tecladista, essas são algumas das principais habilidades desse carioca dono de uma voz encantadora e uma grande revelação no cenário musical. Com mais de 20 anos de carreira, o artista tem muita história para contar. Aos 6 anos de idade ganhou de presente do pai a primeira guitarra. Autodidata, ainda na adolescência, Alex Cohen começou se dedicar a tocar piano e descobriu sua paixão pelo teclado e pela guitarra, instrumentos que o acompanham até hoje em suas apresentações.

Começou a tocar profissionalmente nos bares e à medida que seu trabalho foi crescendo, Alex Cohen foi convidado a se apresentar em casas de espetáculos por todo país. Em 2003, foi contratado pela Universal Music e gravou seu primeiro CD/DVD “Alex Cohen – Ao Vivo”, com a produção musical de Ricardo Feghali, integrante do grupo Roupa Nova. O repertório foi escolhido cuidadosamente e contou com clássicos como “Pedacinhos” e “Cheia de charme”, de Guilherme Arantes, “Outra vez”, de Roberto Carlos e as inéditas “Você” e “Essência do prazer”.
Em 2004, Alex Cohen participou do projeto da Universal Music, “Um barzinho, um violão” junto com artistas como Zélia Duncan, Jorge Vercillo, Chitãozinho & Xororó e Zé Ramalho, onde individualmente, cada artista interpretou músicas típicas de barzinhos acompanhadas apenas de violão.
Em 2005, Alex Cohen lança seu segundo CD, intitulado “Declaração”, que foi produzido por Michael Sullivan, lançado pelo selo Tamu Junto e distribuído pela Universal Music. Neste álbum, o artista, confirma o seu talento como compositor e intérprete e acentua o seu lado arranjador. O CD mistura o estilo pop com o romântico e revela um Alex Cohen mais maduro, que vem conquistando o seu próprio espaço na música brasileira.
Em 2008, o artista é novamente convidado a participar do projeto “Um barzinho, um violão – Novela 70”, desta vez interpretando a música “Meu mundo e nada mais”.
Em 2009, Alex Cohen ganha o mundo e passa a se apresentar em casas como Citibank Hall e Chevrolet Hall, leva seu show para Cruzeiros do MSC Música pela Itália, Ilhas Gregas e para Las Vegas (EUA), sempre com um repertório eclético e envolvente marcado por sua personalidade musical.
Em 2013, grava o seu segundo DVD, “Reluz”, resultado de um minuncioso trabalho com direção musical de Max Pierre e distribuição da Universal Music. O DVD foi gravado no palco do Windsor Hotel no Rio de Janeiro e lançado no Citibank Hall Rio.
Esse trabalho tem releituras de sucessos da década de 80 que influenciaram a sua carreira, com o seu toque de romantismo, além de inéditas autorais e de antigos parceiros, que foram previamente apresentadas e tiveram grande aceitação de seu público. O DVD tem no repertório além do hit “Reluz”, a inédita e emocionante “Georgia”, música de autoria do próprio Alex Cohen e que tem a participação especial do grupo Roupa Nova.
A partir daí, a carreira de Alex Cohen ganha mais notoriedade e o artista é convidado a participar de eventos como o Brazilian Day Newark, em New Jersey (EUA), e a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, onde teve a honra de se apresentar para o Papa Francisco, além de levar seu show para países como Argentina, Uruguai, Suíça, Grécia e Portugal. Também em 2013, participa novamente do projeto “Um barzinho, um violão”.
Em 2014, Alex Cohen faz a releitura do clássico de Sá & Guarabira, “Dona”, que passa a integrar a trilha sonora da novela global “Império” do autor Agnaldo Silva e começa a ganhar as rádios de todo o país.
Alex Cohen pertence a música e aos palcos, sua maior emoção é levar a emoção às pessoas e seu maior prazer é vivenciar a interação entre sua arte e o público.
Alex mesclou competência, sorte e ousadia para sair dos bares cariocas e lançar seu primeiro disco por uma grande gravadora, a Universal. Tarefa essa que não é para qualquer um, já que muitos não conseguem chegar ao estrelato e são forçados a trilhar os caminhos da música como um hobby.
Começou a paixão pela música através de seu pai, que sempre o incentivou desde cedo. Aos seis anos de idade, ele ganhou de suas mãos a primeira guitarra. No início não se interessou muito guardando o instrumento no armário. Mais tarde, como todo garoto “zona sul” no Rio de Janeiro, interessou-se pelo surfe em Copacabana. Mas foi uma fase rápida da sua vida.
Desiludido com o surf, que na época, era ligado à rebeldia, voltou-se para a música. Tirou do armário, não a sua guitarra, mas uma do pai, que a guardava como recordação dos tempos em que também tocava, e resolveu lixá-la. Seu pai, percebendo o interesse do filho, comprou para ele um livro de acordes com todas as músicas de Roberto Carlos e o ensinou a ler as notas musicais. Nascia nesse momento mais um fã incondicional do Rei!
Aos poucos, Alex descobriu que poderia ir mais longe. Começou a tocar piano de ouvido e descobriu o teclado – instrumento que até hoje, junto com sua guitarra, o acompanha. Fez aulas de canto, passou a compor e seguiu a vida. A partir daí, passou a dedicar-se integralmente ao seu grande sonho: a música. Isso sem falar na sua coragem, que foi preponderante para chegar a esse estágio. Em outubro de 2001 fez seu primeiro grande empreendimento. Alugou o Garden Hall na Barra da Tijuca e fez um show que contou com o apoio de Aloysio Legey na direção artística, Paulo Henrique Castanheiras na produção musical e Césio Lima na direção de fotografia.
Em janeiro de 2002, mais coragem e ousadia. Alugou o Canecão para se apresentar e além dos companheiros do trabalho anterior, chamou Mauro Monteiro para fazer o cenário e Chiquinho Spinoza para criar o figurino.
E foi assim, fazendo shows e investindo cada dinheiro ganho na sua própria carreira, que Alex foi descoberto pelo diretor artístico da Universal, Max Pierre. Após anos tocando na noite do Rio – primeiro em bares de Copacabana, onde ganhava apenas o dinheiro do transporte, e depois em restaurantes do shopping Downtown, da Barra, onde conquistou boa parte de seu público. Sua ousadia já mostrava que o cantor não desistiria dos seus sonhos assim tão facilmente.
Quem já acompanhou os shows do cantor pôde perceber também que em determinado momento Alex mostra seu lado comunicador e passa a interagir com o público de uma forma irreverente. O cantor vira comediante e põe as pessoas para rir com seus personagens. Com perfeição, imita George Michael e Elton John, cantando Don’t Let The Sun Go Down on Me e satiriza os artistas que se enrolam na hora de cantar. A principal “homenageada” é a Marrom Alcione.
E foi dos shows que nasceu seu primeiro trabalho profissional intitulado Alex Cohen ao Vivo. O CD tem composições próprias como Descobri Que Te Amo, Sou teu Refém, Um pro Outro e Essência do Prazer, que falam de amor. Como não podia faltar uma homenagem ao ídolo de sempre, ele também gravou do Rei Falando Sério, Um Jeito Estúpido de Te Amar/ Outra Vez. No repertório incluiu grandes sucessos populares, como músicas de Guilherme Arantes, Fábio Jr e os sertanejos Bruno & Marrone e Leandro e Leonardo, entre outros.
Radio Shiga by Cleo Oshiro
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