Executivos da TEPCO revelam detalhes do escândalo

Altos funcionários da Kansai Electric Power Company estão recebendo cortes salariais como punição devido a um escândalo de dinheiro e presentes. Mas tanto o presidente do Conselho quanto o presidente da empresa dizem que permanecerão em seus cargos.

Image © (Usinas nuclear de Takahama / Reprodução / via NHK World) Oct/2019

Executivos da TEPCO revelam detalhes do escândalo

Altos funcionários da Kansai Electric Power Company estão recebendo cortes salariais como punição devido a um escândalo de dinheiro e presentes. Mas tanto o presidente do Conselho quanto o presidente da empresa dizem que permanecerão em seus cargos.

A KEPCO diz que 20 executivos aceitaram dinheiro e presentes durante vários anos que incluiam moedas de ouro, cupons de compras e ternos num valor total de quase 3 milhões de dólares.

Os presentes foram fornecidos pelo influente político Eiji Moriyama, que foi vice-prefeito da cidade de Takahama na província de Fukui. A cidade abriga uma usina nuclear operada pela KEPCO. Moriyama morreu em Março deste ano.

O presidente da empresa, Shigeki Iwane, disse que aceitou moedas de ouro no valor de 14.000 dólares.

O presidente do Conselho, Makoto Yagi, recebeu 80.000 dólares em ouro, cupons de compras e outros itens. Dois executivos da divisão nuclear aceitaram dinheiro e presentes no valor de cerca de um milhão de dólares cada.

Iwane revelou como Moriyama havia lhe presenteado um presente em ouro.

“Moriyama me deu um presente, para celebrar a minha promoção a presidente. Eu pensei que fosse apenas um bolo”. Iwane disse. “Mas fiquei surpreso ao encontrar moedas de ouro escondidas.”

Iwane disse que pretendia devolver o ouro, mas não conseguiu encontrar uma oportunidade adequada.

Depois de se aposentar como vice-prefeito, Moriyama tornou-se consultor de uma empresa de construção local que ganhou contratos para a Kansai Electric.

Iwane disse que aceitou os presentes de Moriyama para manter os laços e garantir que a usina nuclear funcionasse sem problemas.

Ele disse que essa era sua preocupação quando a empresa se envolveu em grandes projetos de segurança após o terremoto de 2011 e o tsunami que atingiu o nordeste do Japão.

Iwane disse que como punição, ele, o presidente e o ex-vice-presidente reembolsaram cada um 20% de seus salários por um a dois meses. Ele disse que a maior parte do dinheiro do presente e outros objetos de valor foram devolvidos.
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