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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Bombardeiro dos EUA sobrevoa a Península da Coreia, enquanto Trump discute opções

Militares dos Estados Unidos lançaram dois bombardeiros estratégicos sobre a península coreana, em uma manifestação de força, no final desta terça-feira (10), quando o presidente norte-americano, Donald Trump, reuniu autoridades de defesa para discutir como responder a qualquer ameaça da Coreia do Norte.

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Bombardeiro dos EUA sobrevoa a Península da Coreia, enquanto Trump discute opções.

Militares dos Estados Unidos lançaram dois bombardeiros estratégicos sobre a península coreana, em uma manifestação de força, no final desta terça-feira (10), quando o presidente norte-americano, Donald Trump, reuniu autoridades de defesa para discutir como responder a qualquer ameaça da Coreia do Norte.

As tensões aumentaram entre os Estados Unidos e a Coréia do Norte após uma série de testes de armas por Pyongyang e uma série de trocas de farpas, cada vez mais belicosas, entre Trump e o líder norte-coreano Kim Jong Un.

A Coréia do Norte lançou dois mísseis sobre o Japão e realizou seu sexto teste nuclear nas últimas semanas, pois avança rapidamente em direção ao seu objetivo de desenvolver um míssil com ogiva nuclear, capaz de atingir o continente americano.

Os dois bombardeiros B-1B da Força Aérea dos EUA foram acompanhados por dois caças F-15K do exército sul-coreano, depois de deixar sua base em Guam, disse o Chefe do Estado-Maior Conjunto da Coréia do Sul, em um comunicado nesta quarta-feira (11).

Depois de entrar no espaço aéreo sul-coreano, os dois bombardeiros realizaram exercícios de mísseis ar-terra em águas da costa leste da Coreia do Sul, e voaram para o sul, até a fronteira com a China, repetindo o processo, disse o comunicado.

O exército dos EUA, em uma declaração separada, disse que realizou treinos com caças japoneses após o exercício com com os sul-coreanos, tornando-se a primeira vez que bombardeiros dos EUA conduziram treinamento com caças do Japão e da Coreia do Sul durante a noite.

Os bombardeiros dos EUA partiram da base da Força Aérea de Andersen, em Guam. Em agosto, Pyongyang ameaçou disparar mísseis de alcance intermediário em direção à vizinhança de Guam, um território dos EUA do Pacífico, que freqüentemente é submetido a ameaças pela Coreia do Norte.

Vigilância aumentada

Oficiais dos governos sul-coreano e norte-americano estão aumentando a vigilância contra mais provocações norte-coreanas, tendo em vista o 72º aniversário da fundação do partido no poder da Coreia do Norte, que aconteceu na terça-feira (10).

Trump manteve uma discussão, na terça-feira, sobre as opções para responder a qualquer agressão norte-coreana ou, se necessário, para evitar que Pyongyang ameace os Estados Unidos e seus aliados com armas nucleares, afirmou a Casa Branca em um comunicado.

Trump foi informado pelo Secretário de Defesa, James Mattis, e o Chefe do Estado-Maior Conjunto, Joseph Dunford, em uma reunião da equipe de segurança nacional, disse o comunicado.

Os planos operacionais de guerra dos EUA e da Coréia do Sul, incluindo um plano para acabar com a liderança norte-coreana, foram roubados por hackers norte-coreanos no ano passado, afirmou nesta quarta-feira (11), um deputado do partido no poder sul-coreano.

Cerca de 235 gigabytes de documentos militares foram retirados do Centro de Dados Integrados de Defesa da Coréia do Sul em setembro do ano passado, disse o representante do Partido Democrata, Rhee Cheol-hee, em entrevista de rádio na quarta-feira, citando informações de oficiais de defesa sul-coreanos não identificados.

Em maio, uma equipe de investigação, dentro do Ministério da Defesa, anunciou que a invasão havia sido executado pela Coreia do Norte, mas não revelou o tipo de informação que havia sido roubado.

Navios banidos

O Conselho de Segurança das Nações Unidas, que impôs uma série de sanções cada vez mais severas à Coreia do Norte, proibiu quatro navios norte-coreanos de aportarem em todo o mundo, por transportar carvão da Coréia do Norte, incluindo um navio que também tinha munição.

Os navios são os primeiros a serem designados sob as sanções intensificadas impostas à Coreia do Norte pelo conselho de 15 membros em agosto e setembro, depois de dois lançamentos de mísseis balísticos de longo alcance e o sexto e maior teste nuclear de Pyongyang.

A China, o principal parceiro comercial da Coreia do Norte, argumentou, consistentemente, que as sanções por si só não funcionarão, pedindo que Washington e Pyongyang baixem sua retórica e voltem à mesa de negociações.

O influente tablóide Global Times da China expressou um alerta sobre o quão longe a retórica de ambos os lados tinha chegado, e como aumentou o risco de um “erro de julgamento fatal”.

“A comunidade internacional não aceitará a Coreia do Norte como uma potência nuclear. A Coreia do Norte precisa de tempo e provas para que os países acreditem que abandonou seu programa nuclear, o que contribuirá para sua própria vantagem política e econômica. Este processo positivo vale a pena ser tentado”, afirmou o jornal em um editorial, no final desta terça-feira.

“A guerra seria um pesadelo para a península coreana e as regiões vizinhas. Nós instamos, fortemente, a Coreia do Norte e os EUA a parar a postura belicista e pensar seriamente sobre uma solução pacífica “, afirmou.

Reporting by Idrees Ali; Additional reporting by Christian Shepherd in BEIJING; Editing by Yara Bayoumy, Peter Cooney and Nick Macfie
SourceReuters

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