Programa O Sul em Cima

Direção de Kleiton Ramil e apresentação de Márcio Celli

A direção do programa é do músico, cantor, compositor e escritor Kleiton Ramil que faz parte da dupla musical Kleiton & Kledir e a apresentação é de Márcio Celli, compositor e cantor.

Está no ar desde 2010 e é transmitido por várias rádios do Brasil e exterior. Recebemos em 2011 o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e indicações ao PPM – Prêmio Profissionais da Música de 2021.

O programa é semanal e  tem aproximadamente 1 hora de duração.

Junho 2022

Temporada 2022 – Programa 15

DUDU SPERB – Cantando desde criança, o porto-alegrense Dudu Sperb formou-se em Artes Visuais pela UFRGS. No começo de 1988, produziu seu primeiro show, Da maior importância, com canções de Caetano Veloso. A partir daí, começou a se apresentar em diversos palcos da cidade e trabalhou com diferentes músicos locais. Participou de projetos e fez vários espetáculos dedicados ao cancioneiro brasileiro e à obra de compositores e intérpretes. Atualmente, o artista tem em torno de 11 mil ouvintes mensais no Spotify. Sua discografia inclui: Comptines à jouer (2003); Arrabalero (2008); Coração Sol (2015); So in Love (2016); Navegante (com Guinga, 2019); o single Quando será que será? (2019); Arrabalero remasterizado (2020); EP Dudu Sperb – Vol 1 (2020) e Dudu Sperb – Vol 2 (2021).
De Longe e de Perto, novo trabalho de Dudu Sperb, o quinto álbum da carreira, apresenta 14 canções de sua autoria, contando com a colaboração de grandes artistas. A formação básica é um duo de violões, de Dudu com Marcel Estivalet, instrumentista de excelência que atua em todas as faixas. O projeto discográfico ainda traz participações especiais de Anaadi, Angelo Primon, Fernando Sessé, Gisele de Santi, Loma Pereira, Marcelo Delacroix, Marcelo Freire, Mimmo Ferreira, Raquel Leão, Vanessa Longoni e Vitor Ramil.
Músicas do álbum De Longe e de Perto: 01 – Sem Nenhuma razão Clara – Música: Dudu Sperb / Poema: Lolita Beretta // 02 – Quando será que será? – Dudu Sperb – Vozes: Anaadi, Dudu Sperb, Marcelo Delacroix, Marcelo Freire, Raquel Leão, Vanessa Longoni // 03 – A dádiva a vida dá – Dudu Sperb – Participação: Gisele de Santi // 04 – Olha Bem – Dudu Sperb – Participação: Anaadi // 05 – Maçambique – Dudu Sperb – Participação: Loma Pereira // 06 – The Spirit and the dust – Música: Dudu Sperb / Poema: Emily Dickinson – Participação: Vitor Ramil

ANTONIO CARLOS FALCÃO e ALEXANDRE MISSEL

O álbum Queijo com Goiabada de Antonio Carlos Falcão e Alexandre Missel, está disponível desde novembro/2021 nas plataformas digitais de música. O CD foi financiado pelo FUMPROARTE (prêmio dado pela prefeitura municipal de Porto Alegre/RS para produções artísticas da cidade) em 2012.
O projeto foi desenvolvido pelo cantor, compositor, violonista, produtor musical e psicólogo Alexandre Missel. É uma produção de música autoral, a partir do show idealizado em parceria com o cantor, ator e compositor Antonio Carlos Falcão. O título Queijo com Goiabada remete ao popular doce, com grande aceitação de norte a sul do Brasil e o trabalho de música brasileira mistura sambas, baladas, jazz e marchinhas. Adocicado e levemente amargo, feito com alegria e nostalgia, mescla dois trabalhos musicais distintos, mas que se combinam e completam.
Catorze músicas compõem este álbum, sete para cada compositor. Arranjos e direção musical de Alexandre Missel com a participação de músicos conceituados dentro do circuito musical gaúcho e nacional como Bruno Coelho, Clóvis Boca Freire, Luiz Mauro Filho, Lucio Chachamovich, Charão, Carmen Correa, Marcelo Fruet, entre outros.
Músicas do álbum “Queijo com Goiabada” (de Alexandre Missel) : 01 – Cartomante // 02 – Pulmões // 03 – Leão // 04 – Lagoa D’Água // 05 – Triângulo // 06 – Sem Sinal // 07 – Do Amor e do Ciúmes

 

Temporada 2022 – Programa 14

ROTA DE PEDESTRE – é uma banda portoalegrense de Rock Subtropical formada por Artur Wais (vocalista, guitarrista, compositor e produtor musical), Maurício Victorino (baixista) e Bruno Fonini (baterista).

Recentemente a banda participou do Festival QuartoPoa, onde mais de 3 mil pessoas prestigiaram o evento que juntou mais de 40 atrações no Quarto Distrito de Porto Alegre. No ano de 2021 a banda lançou o EP Trancado pra Dentro, com participações especiais de Carlinhos Carneiro, Anaí Corrêa (Ondular) e Gabo. No final de 2021 foi lançado o single ‘Não se Desespere’, marcando um momento de transição na sonoridade da Rota de Pedestre. Utilizando instrumentação mais orgânica, com arranjo estruturado na tríade guitarra-baixo-bateria, a música foi gravada ao vivo no estúdio Transcendental e contou com a participação da artista curitibana Juliana Cortes. A masterização do single foi feita por Leo Bracht (Transcendental Audio e premiado no Latin Grammy).

Nesse ano de 2022, a banda Rota de Pedestre se prepara para lançar seu primeiro álbum ‘Nós nessa Cidade’. E nessa edição de O Sul em Cima, temos o prazer de  mostrar algumas músicas desse novo álbum!  

Músicas (de Artur Wais): 01 – Não se Desespere – feat. Juliana Cortes // 02 – Trancado pra Dentro (Aquela) – feat. Carlinhos Carneiro // 03 – Versão Beta – feat. Anaí Corrêa

Músicas do álbum ‘Nós nessa cidade’: 04 – Para não enlouquecer – Artur Wais e Henrique Bordini // 05 – Cerca de Arame – Artur Wais e Maurício Victorino, com trechos de textos de Eduardo Galeano e Schiller // 06 ´Nós nessa Cidade – Artur Wais. 

DA COR DO CANTO nasce da aproximação artística entre Cassiani Tasca e Rafaelo de Góes. O projeto surgiu em 2020 e vem consolidando conceitos, valores, movimentos, cores e sons que norteiam e compõem o trabalho. Pintar paisagens sonoras que levam o ouvinte a reflexões e questionamentos, sem perder de vista a importância da contemplação e da fruição dos ritmos que embalam aqueles que sabem curtir a jornada da vida. Assim pode-se definir o trabalho do movimento Da Cor do Canto, encabeçado pelos artistas Cassiani Tasca e Rafaelo de Goes, no álbum Arcoirizar, o primeiro da sua discografia, que chegou a todas as plataformas digitais dia 19 de maio.  O disco é composto por oito faixas, das quais apenas Flutuar havia sido lançada como single antecipando um pouco do trabalho. As canções carregam muito da bagagem artística dos músicos Cassiani Tasca e Rafaelo de góes, com formação baseada na riqueza musical representada pela Música Popular Brasileira (MPB). As composições dos dois artistas foram entregues ao olhar e à vivacidade experiente do produtor musical Elieser de Jesus, que tem um trabalho caracterizado pelo uso de elementos tecnológicos, contribuindo criativamente para a ampliação das possibilidades musicais do projeto ao incorporar uma linguagem mais contemporânea à sonoridade das canções.

Esta construção resulta em um trabalho criativo, sensível, alegre e dançante, sem deixar de lado provocações sobre temáticas bastante relevantes. ‘A gente entende que a arte tem a responsabilidade de comunicar, de transmitir mensagens edificantes, construtivas. Através da música, buscamos inspirar as pessoas a seguirem sonhando e se libertando de opressões, estereótipos e padrões muitas vezes desnecessários’, salienta a cantora e compositora Cassiani Tasca.

A ficha técnica do disco inclui, além de Cassiani Tasca (voz) e Rafaelo de Goes (violão e voz), os músicos Willian Goe (bateria e percussão), Arnou de Melo (contrabaixo), Alexandre Vicente (contrabaixo) e Elieser de Jesus (teclados), todos artistas consolidados na cena catarinense, e conta com a participação de Fernanda Koppe (violoncelo), integrante da banda curitibana Mulamba. O disco Arcoirizar tem patrocínio da Prefeitura Municipal de Itajaí e Fundação Cultural de Itajaí, com renúncia Fiscal da APM Terminals, através da Lei de Incentivo à Cultura de Itajaí.

Músicas do álbum ‘Arcoirizar’: 01 – Flutuar // 02 – Arcoirizar // 03 – Radar // 04 – Moda de uma Emoção // 05 – De Bem com a Vida // 06 – Poder de ser mulher

Temporada 2022 – Programa 13

ARTHUR DE FARIA e TUM TOIN FOIN

Arthur de Faria e Tum Toin Foin lançam o álbum homônimo de estréia. Em 13 faixas instrumentais constroem paisagens e apontam novos caminhos musicais.

Arthur de Faria é um dos mais atuantes compositores e arranjadores de sua geração. Já são mais de 30 anos dedicados à música. Já lançou 20 álbuns e escreveu 51 trilhas para cinema e teatro. Tem peças interpretadas por diversas orquestras. Seja na música erudita ou na popular, estar preso a qualquer limite estético nunca foi nem será sua intenção.

Agora, com a banda de câmara Tum Toin Foin, Arthur sintetiza suas referências acumuladas e seus temas instrumentais compostos nas últimas três décadas, levando a grandiosidade da sua obra para uma junção com mais nove músicos que, assim como ele, trazem uma boa falta de limites na sua essência.

Tudo isso começa no já distante 2018, quando Arthur resolveu celebrar seus 30 anos de carreira escolhendo um apanhado de temas instrumentais que ele compôs e formando uma banda totalmente inusitada para interpretar novos arranjos. Juntou um time de músicos que tinham então entre 22 a 60 anos, vindos do rock, da música erudita, do samba, do choro, da música regional gaúcha e do jazz. Os cúmplices de tamanha ousadia nesta nova aventura musical são: Miriã Farias no violino, Gabriel Romano no acordeon, Ange Bazzani e Adolfo Almeida Jr. nos fagotes, Júlio Rizzo no trombone, Erick Endres na guitarra, Bruno Vargas no baixo, Güenther Andreas na bateria, Giovani Berti na percussão, com Arthur de Faria no piano, Rhodes e Clavinet D6.

Músicas (TODAS – composições e arranjos: ARTHUR DE FARIA): 01 – Chamamonga // 02 – Radar // 03 – Osvaldo Y Astor en Venus // 04 – Toin Toin Toin // 05 – Três Tristes Tigres

VANESSA LONGONI

Natural de Porto Alegre (RS) e radicada em São Paulo (SP), Vanessa Longoni é cantora, produtora cultural, especialista em canção popular, produção e performance. Vinda de uma formação lírica, mas com sua raiz no popular, já participou de vários grupos, óperas e espetáculos teatrais. Coleciona prêmios musicais de destaque no estado onde nasceu, entre eles: o Açorianos de Música de Melhor Intérprete, Melhor CD, Melhor Produção Musical, Melhor Show por “A Mulher de Oslo” (2008).

Em 2013 lançou “Canção para Voar”, seu segundo trabalho solo, gravado no Rio de Janeiro, com produção musical de Gastão  e Antonio Villeroy. 

Vanessa Longoni lança seu novo trabalho, o EP independente “Tudo Tinha Ruído”, nas plataformas digitais. Em nove faixas, a cantora transita por caminhos musicais diversos: do bolero ao pop. O álbum traz composições de Arthur de Faria que celebram o amor e o existencialismo no estilo performático de Vanessa. A produção musical é de Otavio Carvalho. O EP “Tudo Tinha Ruído” nasceu do show de mesmo nome – apresentado pela primeira vez em 2019 – antes do início da pandemia. O período de criação do show durou seis meses, entre pesquisa, ensaios e concepção. Enquanto o álbum anterior “Canção para Voar” tinha origem na necessidade da leveza, da delicadeza da voz, “Tudo Tinha Ruído” vem do desassossego e da inquietação dos tempos atuais.

Músicas: 01 – Passada – Arthur de Faria e Alessandra Leão // 02 – Primeira Canción – Arthur de Faria e Juan Rodolfo Wilcock //  03 – Tudo Tinha Ruído – Arthur de Faria e Maurício Pereira // 04 – As Coisas da Casa – Arthur de Faria e Marcelo Sandman // 05 – Breve Oração – Arthur de Faria e Daniel Galera // 06 – Só por Hoje – Arthur de Faria e Gustavo Kaly

Temporada 2022 – Programa 12

CANTADORES DO LITORAL
O grupo estreou em 2001 em Osório/RS com o espetáculo que tinha como título “Cantadores do Litoral”. De lá para cá, aconteceram várias apresentações que – com o passar do tempo, por uso do público e da imprensa – acabou assumindo o próprio nome do espetáculo e transformando-se num importante e fundamental divulgador da cultura étnica de influência afro-açoriana vigente nesta região.Juntos, divulgando esses traços culturais afro-açorianos do nosso terrítório mais meridional do Brasil, compartilharam e proporcionaram ao público um dos mais importantes momentos da música popular brasileira dos últimos tempos.
Com um repertório repleto de ritmos quentes e sons impregnados de lusitanismos e africanismos, transformando-se em nova e brasileira opção musical aflorada na beira do mar, os Cantadores do Litoral transcendem a finalidade inicial, pelas necessidades e pelas responsabilidades que lhes foram impostas: serem os embaixadores artísticos e os perpetuadores da cultura presente no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
Sempre incentivando a atuação coletiva, alavancou o surgimento e a carreira de diversos grupos, que continuam o legado que Mário Tressoldi e Paulo de Campos criaram e batalharam: fazer com o que o gênero descoberto por Carlos Catuípe e Ivo Ladislau seja ouvido pelo resto do estado e pelo país inteiro. Hoje em dia, CANTADORES DO LITORAL é o maior arquivo de música e cultura afro-açoriana do estado, além de ainda aparecer de vez em quando, surpreendendo e recompensando os eternos fãs e admiradores. OS CANTADORES DO LITORAL estarão vivos aonde estiver um músico cantando a diversidade e a pluralidade do Litoral do Rio Grande do Sul.

COLETIVO TAPERA
É inegável que a riqueza cultural advém do processo de formação do nosso povo, marcado por miscigenação, mistura de povos, etnias e, por consequência pela mescla de suas manifestações culturais. Reconhecer o valor das diferenças e o potencial transformador da diversidade, portanto, é o caminho mais libertador para a sociedade brasileira. É essa a postura do Coletivo Tapera, formado por seis músicos de Itapema, no litoral norte catarinense, a pouco mais de 70km de Florianópolis, capital do estado. Tinho Santos, Sérgio Negrão, Peter Allan, Teteu Caetano, Regis Silveira e Ariel Jimenez comungam da dedicação à música autoral e se uniram na criação do projeto. O objetivo é fomentar a produção musical com foco em temáticas regionais, mas dialogando com a linguagem do universo da música pop.
Andantino Caiçara é o primeiro álbum de estúdio da banda de Itapema, Coletivo Caiçara. Com influências diversas, o álbum apresenta dez músicas autorais que buscam valorizar as paisagens naturais e preservar os patrimônios materiais e imateriais que formam a identidade do povo de Santa Catarina.

Maio 2022

Temporada 2022 – Programa 11

Vamos mostrar neste programa O SUL EM CIMA, as músicas do disco CLÁSSICOS DO SUL, lançado em 1999. Uma produção Universal Music, dirigida por Marco Mazzola, com direção e concepção musical de Kleiton & Kledir. Programações e concepção rítmica de Ramiro Musotto e K&K. As músicas apresentadas são: Pára Pedro (José Mendes/José Portella Delavy), Nuvem Passageira (Hermes Aquino – participação de Bakithi Kumalo), Balaio (Folclore), Haragana (Quico Castro Neves), Gaúcho de Passo Fundo e Coração de Luto (Teixeirinha), Negrinho do Pastoreio (Barbosa Lessa), Trova (Kleiton & Kledir), Pezinho (Folclore), Felicidade (Lupicínio Rodrigues), Carreta de Quitanda, Prenda Minha e Boi Barroso (Folclore), Gauchinha Bem-Querer (Tito Madi).

Kleiton e Kledir começaram a estudar música muito cedo e, nos anos 70, lançaram com mais três amigos a banda “Almôndegas”, que foi um marco na história da música do Rio Grande do Sul. Foram quatro discos, uma infinidade de shows e a mudança para o Rio de Janeiro. Quando o grupo se dissolveu, os irmãos decidiram prosseguir a carreira em dupla. Em 1980 saiu o primeiro disco da dupla. O sucesso foi imediato e os shows arrastavam um público enorme por todo o Brasil. Lançaram vários discos (inclusive um em espanhol) o que lhes rendeu disco de ouro e shows nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Gravaram em Los Angeles, Nova Iorque, Lisboa, Paris, Miami e Buenos Aires. Suas composições foram gravadas por Simone, Nara Leão, MPB4, Caetano Veloso, Xuxa, Fafá de Belém, Nenhum de Nós, Zizi Possi, Ivan Lins, Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Leonardo, Belchior, Emílio Santiago, Cláudia Leitte e muitos outros. Também pelo mundo afora suas músicas ganharam versões de grandes artistas, como os argentinos Mercedes Sosa e Fito Páez, a cantora portuguesa Eugénia Melo e Castro e a japonesa Chie.

Kleiton & Kledir trouxeram definitivamente para a cultura brasileira a nova música gaúcha. Eternizaram um sotaque diferente, uma maneira própria de falar e cantar, com termos até então desconhecidos como “deu pra ti” e “tri legal”. Segundo um crítico da época, parecia “uma dupla de ingleses, cantando numa língua que lembra o português”. Acabaram se transformando em símbolos do gaúcho contemporâneo, do homem moderno do sul do Brasil, o que fez com que o governo do estado lhes conferisse o título de “Embaixadores Culturais do Rio Grande do Sul”. Kleiton & Kledir, com seu inovador estilo musical e um simpático sotaque gaúcho, marcaram definitivamente a cultura brasileira dos últimos anos.

Temporada 2022 – Programa 10

No programa dessa edição, vamos mostrar as músicas do CD SIM, disco solo de Kleiton Ramil e ouvir muitas coisas interessantes a respeito desse disco, onde ele divide conosco esse momento tão importante na sua vida artística.

Kleiton Ramil músico, compositor, violinista, cantor, arranjador, violonista, escritor e radialista, é consagrado pelos trabalhos na dupla Kleiton & Kledir. Também fundou em 1975 a banda “Almôndegas” sucesso em todo o Brasil, presente em novelas da Rede Globo e participações em festivais da extinta TV Tupi.

Além de 4 discos lançados pelos Almôndegas, 11 CDs com Kledir Ramil (desde os anos 80, forma o duo Kleiton & Kledir), entre eles um em espanhol, 3 DVDs, 5 coletâneas, possui 2 CDs solos: SIM gravado em Miami, Fl., US em setembro de 1990 no “Criteria Recording Studios” e Vitraux gravado na França.

Ultrapassaram a marca de 3000 espetáculos na cena brasileira; shows nos EUA, França, Argentina, Cuba, Portugal e outros países; suas composições foram gravadas por Mercedes Sosa, Simone, MPB4, Fafá de Belém, Emílio Santiago, Vitor Ramil e outros. A composição “Vira Virou” está incluída no disco comemorativo do 25º aniversário da Anistia Internacional, junto com grandes nomes como Sting e Joan Baez.

O disco SIM foi originalmente gravado em setembro de 1990 na Flórida, Estados Unidos, no Criteria Recording Studios com produção de Gary Campbell e relançado em CD em 2002.. Das músicas originais, uma ficou de fora para dar mais unidade ao CD com a chegada das 3 novas gravações. No CD a ordem é: Porto é meu porto / Voltar na Primavera / Sim / Mesmo Que / Nunca Diga Nunca / Un-Deux-Trois/ Sambo / Phaneron / Animais / Couvert Artístico e os bônus track Comigo / Ruídos / Kantilena para Kaio.

Para os que cultuam o grupo Almôndegas (primeira banda de Kleiton) importante saber que a gravação da música RUÍDOS é um registro histórico, pois essa canção deveria estar no primeiro disco do grupo, mas a gravação foi extraviada pela gravadora.

A música ANIMAIS tem parceria com Vitor Ramil, SAMBO com Carlos Sandroni e COMIGO com Karina Ramil, filha do artista. As outras são da autoria de Kleiton que explora seu violino eletroacústico na instrumental COUVERT ARTÍSTICO e voz e violão por todo o disco.

Kleiton assina também a direção musical e divide a concepção dos arranjos com Luis Antonio, músico carioca que participa também das gravações junto com a banda americana formada por Randall Dollaron – guitarra, Nicky Orta – baixo, Orlando Fernandes – bateria e Gary Campbell – sax tenor e soprano. O novo tratamento gráfico para o CD foi idealizado por Carla Taves e as novas gravações foram realizadas no Rio de Janeiro em 2002.