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Navio ligado ao Japão atravessa o Estreito de Ormuz

Primeira embarcação japonesa cruza via vital após início dos ataques de EUA e Israel ao Irã

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Tóquio, Japão, 4 de abril de 2026, Kyodo News – Uma empresa de navegação japonesa confirmou que um petroleiro de Gás Natural Liquefeito (GNL), do qual é co-proprietária, atravessou com sucesso o Estreito de Ormuz. Esta é a primeira embarcação vinculada ao Japão a passar pela hidrovia estratégica desde o início das ofensivas militares lideradas pelos Estados Unidos e Israel contra o território iraniano.

A operadora Mitsui O.S.K. Lines informou que o navio SOHAR LNG, de bandeira panamenha, realizou a travessia até a sexta-feira (3), no horário de Tóquio. A companhia também assegurou que o navio já se encontra fora do Golfo Pérsico e que toda a tripulação está em segurança após o trânsito por uma das zonas de maior tensão geopolítica do mundo na atualidade.

“A embarcação já deixou as águas do Golfo Pérsico e todos os tripulantes a bordo estão a salvo após a operação de travessia.”

O petroleiro estava entre os 45 navios ligados ao Japão que ficaram retidos na região logo após o início dos ataques. A paralisia no estreito gerou preocupações globais sobre o desabastecimento de energia e a segurança das rotas comerciais marítimas, fundamentais para a economia japonesa.

Por questões estritas de segurança, a empresa de navegação optou por não divulgar informações adicionais, como o destino final da carga ou os detalhes logísticos de como a travessia foi coordenada em meio ao bloqueio parcial da região. O monitoramento de outras embarcações retidas continua sendo uma prioridade para as autoridades de transporte do Japão.

“Esta movimentação bem-sucedida representa o primeiro passo para o retorno da circulação de ativos energéticos vitais ao mercado japonês.”

A saída do SOHAR LNG da zona de conflito é vista como um sinal positivo para o setor de transporte marítimo, embora a situação no Oriente Médio permaneça altamente instável. Navios de patrulha e agências internacionais de inteligência continuam acompanhando o tráfego restante no estreito para evitar novos incidentes.

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