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Trump rejeita acordo e mantém ofensiva contra o Irã

Presidente dos EUA afirma que termos atuais são insuficientes e prevê destruição total da indústria bélica iraniana

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Palm Beach, Flórida, Estados Unidos. 15 de março de 2026. Associated Press (AP) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou que a operação militar contra o Irã terá continuidade por tempo indeterminado. Em entrevista por telefone concedida neste sábado (14), o mandatário afirmou que ainda não está pronto para encerrar as ações ofensivas, apesar da disposição demonstrada por Teerã em negociar um acordo. Segundo Trump, os termos apresentados até o momento “ainda não são bons o suficiente” para os interesses americanos.

Durante a conversa, o presidente recusou-se a detalhar quais seriam as condições ideais para um cessar-fogo, mantendo o sigilo sobre as exigências específicas da Casa Branca. No entanto, ele concordou que um compromisso formal do Irã para abandonar completamente quaisquer ambições nucleares deve ser parte integrante de um eventual pacto entre as nações.

“Nós já nocauteamos grande parte da fabricação de mísseis e drones do Irã. Prevejo que tudo será totalmente dizimado em dois dias”, declarou o presidente Donald Trump.

O presidente também sugeriu a possibilidade de novos ataques à Ilha Kharg, o principal centro de exportação de petróleo do Irã, mencionando que o local pode ser atingido mais algumas vezes. Trump minimizou a capacidade militar iraniana atual, afirmando que o único poder que o país detém agora é o de lançar minas ou disparar mísseis de alcance relativamente curto.

Trump assegurou que, assim que as forças americanas terminarem as operações na linha costeira, o Irã não terá mais qualquer capacidade de retaliação marítima ou aérea.

Neste domingo (15), a retórica agressiva de Washington sinaliza uma intensificação dos ataques antes de qualquer mesa de negociação. Analistas apontam que a estratégia visa desmantelar completamente a infraestrutura logística e econômica do Irã, utilizando a destruição de ativos estratégicos como moeda de troca para impor condições severas em um futuro acordo diplomático. Enquanto isso, o mercado global observa com cautela a possibilidade de novos bombardeios em infraestruturas petrolíferas, o que pode impactar diretamente o fluxo de suprimentos no Golfo.

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