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Markwayne Mullin assume o Departamento de Segurança Interna

Ex-senador é empossado sob comando de Trump com foco em deportações e enfrentando crise de financiamento

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Washington, Distrito de Colúmbia, Estados Unidos, 25 de março de 2026, Associated Press (AP) – O ex-senador Markwayne Mullin foi empossado como o novo secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos, assumindo um dos postos mais sensíveis da administração federal. A mudança ocorre em um momento de intensas críticas sobre a atuação rigorosa do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), agência subordinada ao DHS, cujas táticas de repressão têm gerado debates acalorados em todo o país.

Mullin foi indicado pelo presidente Donald Trump no início deste mês (março) para substituir Kristi Noem, que foi removida do cargo. A confirmação do seu nome pelo Senado ocorreu por maioria de votos na última segunda-feira (23), consolidando a transição de liderança na pasta. A cerimônia oficial de posse foi realizada na Casa Branca nesta terça-feira (24), com a presença do presidente Trump.

“Com o Secretário Mullin no DHS, continuaremos nossos esforços recordes para deportar esses criminosos estrangeiros ilegais de nosso país.”

Enquanto o governo reforça sua agenda de imigração, a oposição democrata critica duramente as operações do ICE. O cenário político é agravado por um impasse no Congresso em relação ao projeto de lei de financiamento do DHS, que permanece paralisado. Esta falta de recursos já impacta diretamente a operação de aeroportos, forçando agentes de segurança a trabalharem sem remuneração e causando uma escassez de pessoal que resulta em filas quilométricas nos postos de controle.

“É realmente devastador assistir a isso online, porque os democratas não financiam o DHS.”

O presidente Trump atribuiu a responsabilidade pelo caos logístico nos aeroportos ao Partido Democrata, alegando que a recusa em aprovar as verbas compromete a segurança nacional. Com a chegada de Mullin, espera-se uma intensificação das políticas de controle de fronteira, mesmo sob a pressão de um orçamento estagnado que ameaça paralisar serviços essenciais de infraestrutura e alfândega nos próximos meses.

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